Cientistas criam tecnologia que ajuda a identificar casos de demência

A descoberta foi publicada na Scientific Reports, revista científica do grupo Nature

Resumo da Notícia

  • Cientistas desenvolveram sensores que ajudam a identificar casos de demência
  • Eles receberam o nome científico de magnetoencefalografia (MEG)
  • A descoberta foi publicada na Scientific Reports, revista científica do grupo Nature

Cientistas criaram uma nova tecnologia em física quântica capaz de auxiliar médicos a identificar casos de demência nas pessoas, especificamente surgimentos de doenças como Alzheimer ou Parkinson. A descoberta foi publicada na Scientific Reports, revista científica do grupo Nature.

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Os sensores receberam um nome científico de magnetoencefalografia (MEG) e podem ser utilizados em pesquisas futuras e permitir um conhecimento mais amplo sobre o funcionamento do cérebro.

Cientistas criam tecnologia para identificar demência (Foto: Reprodução / Pexels / Anna Shvets)

Quando o sinal é emitido para o cérebro, os neurônios desenvolvem um fraco campo magnético. E se eles forem detectados com aparelhos com uma sensibilidade maior, há uma maior possibilidade de criar um mapa de funcionamento do cérebro humano. Além disso, ele pode ser observado em tempo real e com alta resolução espacial.

“Descobrimos que esta técnica de detecção quântica pode combinar alta resolução espacial e temporal”, afirmou Peter Kruger, professor responsável pelo projeto, ao site Physics World. “Embora as técnicas anteriores fossem capazes de localizar sinais no cérebro, esta é a primeira a registrar o tempo preciso dos sinais cerebrais”, continuou.

Para o futuro, eles pretendem melhorar a qualidade das imagens recebidas pelos sensores, mas para isso, é necessário aumentar o número deles no próprio aparelho. No entanto, isso já seria difícil, devido a grande possibilidade de curto-circuito e grande aquecimento do equipamento.