Coronavírus sobrevive até 28 dias em tela do celular, diz pesquisa

O estudo publicado no Virology Journal mostra que o SARS-CoV-2 permanace em superfícies como eletrônicos e notas de dinheiro por mais tempo do que os cientistas acreditavam

Resumo da Notícia

  • Uma nova pesquisa publicada na revista cientifica Virology Journal  mostra que o novo coronavírus pode sobreviver por até 28 dias na superfície de notas de dinheiro e nas telas de celulares
  • Nas mesmas condições, o vírus da gripe comum consegue viver por 17 dias
  • Os estudiosos chamaram a atenção para a higiene desse tipo de objeto, principalmente os eletrônicos

Uma nova pesquisa publicada na revista cientifica Virology Journal na última segunda-feira, 12 de outubro, mostra que o novo coronavírus pode sobreviver por até 28 dias em superfícies como notas de dinheiro e telas de celulares. Os dados sugeriram que o SARS-CoV-2, vírus da doença, permanece nesses objetos muitos mais tempo do que se acreditava.

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O vírus sobrevive quase um mês em superfícies (Foto: Getty Images)

Os experimentos foram feitos com ambientes controlados e a 20 graus Celsius. Nas mesmas condições, o vírus da gripe comum consegue viver por 17 dias. O estudo também mostrou que a capacidade de se manter nas superfícies diminuiu quando a temperatura foi elevada até os 40 ° graus.

Depois da comprovação dos resultados, os estudiosos chamaram a atenção para a higiene desse tipo de objeto, principalmente os eletrônicos. “Nossos resultados reforçam a necessidade de boas práticas, como a lavagem regular das mãos e limpeza das superfícies”, disse a diretora adjunta da Australian Centre for Disease Preparedness (ACDP), Debbie Eagles.

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Maior parte da população só receberá vacina contra Covid-19 em 2022, diz OMS

A vacina só atenderá 20% da população no inicio (Foto: Unsplash)

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta quarta-feira, 14 de outubro,que grande maioria da população mundial precisará esperar até 2022 para tomar a vacina contra o Covid-19. De acordo com a entidade, não existe capacidade nos laboratórios internacionais para produzir imunizante suficiente para todos os 7,7 bilhões de habitantes do planeta em tão pouco tempo.

Com isso, a organização afirma que a prioridade será vacinar pessoas em condições de vulnerabilidade, como idosos e profissionais da saúde, um grupo que soma menos de 20% da população mundial.”Para uma pessoa comum, jovem e saudável, talvez será preciso esperar até 2022 para ter a vacina”, disse a cientista-chefe da entidade, Soumya Swaminathan.

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