Corpo de Bombeiros confirmam 27 mortes durante temporais em SP incluindo famílias, crianças e bebês

Os municípios mais atingidos foram Franco da Rocha, Francisco Morato, Itapevi, Embu das Artes, Várzea Paulista, Jaú, Ribeirão Preto e Arujá

Resumo da Notícia

  • Fortes chuvas no estado de São Paulo deixa 27 vítimas
  • Entre elas estão 8 crianças e 4 adolescentes
  • 5 pessoas da mesma família morreram

Desde a última sexta-feira, 28 de janeiro, as fortes chuvas no estado de São Paulo tem deixado diversas vítimas e pessoas desabrigadas. Até o momento, a equipe do Corpo de Bombeiro confirmou 27 mortes, incluindo os municípios Franco da Rocha, Francisco Morato, Itapevi, Embu das Artes, Várzea Paulista, Jaú, Ribeirão Preto e Arujá.

-Publicidade-

Entre as vítimas, estão 8 crianças e 4 adolescentes. Uma das crianças, era um bebê recém-nascido com apenas 3 meses de vida que foi socorrido com vida, mas não resistiu.

As enchentes destruíram diversas casas e estabelecimentos da região
As enchentes destruíram diversas casas e estabelecimentos da região (Foto: Reprodução/ TV TEM)

Cinco pessoas da mesma família

O desmoronamento causado pelas fortes chuvas na cidade de Várzea Paulista, deixou o quarto de uma família soterrado com quase 2 metros de lama.

Segundo a Defesa Civil informou ao portal do G1, a terra chegou próxima ao teto. Todas as vítimas foram encontradas no mesmo cômodo. O desmoronamento foi registrado por volta das 6h de domingo, 30 de janeiro, durante forte chuva, no Jardim Promeca. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a lama invadiu a casa e destruiu móveis e objetos.

A casa ficou soterrada de lama com quase 2 metros de altura
A casa ficou soterrada de lama com quase 2 metros de altura (Foto: Reprodução/G1)

O cômodo mais atingido foi o quarto onde dormiam o metalúrgico Ricardo Eugênio dos Santos, de 40 anos, Tatiane Aparecida dos Santos e os três filhos, sendo Tayane, de apenas 1 ano, Nicole de 10 anos e Richard, de 12 anos. Cerca de 12 bombeiros, cães farejadores e equipes da PM e Defesa Civil trabalharam no resgate da família. Uma retroescavadeira foi usada para tirar a terra que cedeu.

“Foi uma comoção de todos que resgataram pela perda das vidas ceifadas. A nossa questão foi dar um conforto mesmo sabendo que ocorreu de forma inesperada. Quando alguém está doente é uma situação. Agora, crianças que tinham uma vida inteira pela frente nos deixa chateados. Foi um resgate, por parte dos envolvidos, com grande humanidade, respeito à vítima e às famílias”, afirmou o coordenador da Defesa Civil Cristiano Vargas.