Corpos de mãe e filha mortas em deslizamento são encontrados abraçados

Os corpos da família foram retirados dos escombros no Jardim Promeca, em Várzea Paulista, no último domingo, 30 de janeiro

Resumo da Notícia

  • Mãe e filha mortas em deslizamento são encontradas abraçadas
  • Os corpos da família foram retirados dos escombros no Jardim Promeca, em Várzea Paulista, no último domingo, 30 de janeiro
  • A polícia está investigando o caso

Os corpos de uma mãe e uma filha mortas nos deslizamentos de terras no Jardim Promeca, em Várzea Paulista, foram encontrados abraçados. As duas são parte das 5 pessoas que perderam a vida no último domingo, 30 de janeiro.

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A dupla se tratava de Tatiane Aparecida dos Santos e sua bebê Tayane, de apenas 1 ano de idade. Além delas, o marido Ricardo Eugênio dos Santos, de 40 anos e os outros dois filhos, Nicole, de 10 anos; e Richard, de 12 anos também perderam a vida soterrados.

Entenda o caso

O desmoronamento que ocorreu na cidade de Várzea Paulista, em São Paulo, deixou o quarto de uma família soterrado com quase 2 metros de lama. Infelizmente ninguém da casa sobreviveu. Segundo os vizinhos tudo aconteceu tão rápido que não deu nem tempo de avisar os moradores.

Segundo a Defesa Civil informou ao portal do G1, a terra chegou próxima ao teto. Todas as vítimas foram encontradas no mesmo cômodo. O desmoronamento foi registrado por volta das 6h de domingo (30) durante forte chuva, no Jardim Promeca. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a lama invadiu a casa e destruiu móveis e objetos.

A casa ficou soterrada de lama com quase 2 metros de altura
A casa ficou soterrada de lama com quase 2 metros de altura (Foto: Reprodução/G1)

O cômodo mais atingido foi o quarto onde dormiam o metalúrgico Ricardo Eugênio dos Santos, de 40 anos, a mulher dele, Tatiane Aparecida dos Santos e os três filhos, sendo Tayane, de apenas 1 ano, Nicole de 10 anos e Richard, de 12 anos. Cerca de 12 bombeiros, cães farejadores e equipes da PM e Defesa Civil trabalharam no resgate da família. Uma retroescavadeira foi usada para tirar a terra que cedeu.

“Foi uma comoção de todos que resgataram pela perda das vidas ceifadas. A nossa questão foi dar um conforto mesmo sabendo que ocorreu de forma inesperada. Quando alguém está doente é uma situação. Agora, crianças que tinham uma vida inteira pela frente nos deixa chateados. Foi um resgate, por parte dos envolvidos, com grande humanidade, respeito à vítima e às famílias”, afirmou o coordenador da Defesa Civil Cristiano Vargas.