Costureiras garantem renda e melhoram acessibilidade com produção de máscaras transparentes

O projeto “Costurando o futuro” está por trás da criação de 100 mil máscaras com uma parte transparente para que deficientes auditivos possam fazer leitura labial

Resumo da Notícia

  • Deficientes auditivos não conseguiam mais fazer leitura labial por conta do uso de máscaras de proteção
  • Costureiras de São Bernardo do Campo estão produzindo 100 mil itens com o centro transparente para promover acessibilidade
  • O projeto faz parte da Fundação Grupo Volkswagen
O projeto “Costurando o futuro” está produzindo 100 mil máscaras que incentivam a acessibilidade (Reprodução/Fundação Grupo Volkswagen)

Desde que começou o uso obrigatório de máscaras de proteção por conta da pandemia de coronavírus, um grupo foi prejudicado. Pessoas com deficiência auditiva costumam usar da leitura labial para compreender o que os outros dizem e os itens no rosto acabam impedindo isso.

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Costureiras de São Bernardo do Campo, em São Paulo, estão produzindo 100 mil máscaras feitas de algodão, porém com um detalhe essencial. Na altura da boca, há uma área transparente que permite a fala seja vista pelas outras pessoas.

Máscaras transparentes permitem a leitura labial por deficientes auditivos (Reprodução/Vencer Limites/Fundação Grupo Volkswagen)

Os itens de proteção passam a promover acessibilidade com essa nova característica. Além disso, as máscaras serão vendidas pelo preço de custo e a renda vai para as famílias das 100 pessoas envolvidas na iniciativa.

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A produção está sendo feita pelo projeto “Costurando o futuro”, da Fundação Grupo Volkswagen, que incentiva o empreendedorismo em comunidades por meio da costura. Tecidos automotivos são doados pelo Grupo Volkswagen e transformados em vários tipos de acessórios.

 

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