Crianças podem ter aulas remotas até dezembro de 2021

Na última segunda-feira, o Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou documento referente à continuação do ensino remoto até 31 de dezembro de 2021

Resumo da Notícia

  • O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou documento referente à continuação das aulas remotas até dezembro de 2021
  • As instituições podem decidir voltar com as aulas presenciais antes de 2022, contanto que sigam as regras pré-determinadas
  • O ministro da Educação, Milton Ribeiro, ainda tem que aprovar o texto

Na última terça-feira, 6 de outubro, o Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou com unanimidade mantimento do ensino remoto até o dia 31 dezembro de 2021 nas escolas públicas e particulares do Brasil.

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As normas, segundo a CNN, valem para a educação básica e superior, a resolução acordada diz que cabe às diretorias das instituições de ensino e às secretarias de educação definir as tecnologias que deverão ser usadas para o ensino. No entanto, o CNE apontou algumas alternativas, como: videoaulas, redes sociais, correio eletrônico e blogs.

CNE aprovou continuação do ensino à distância até dezembro de 2021 (Foto: Getty Images)

Ainda, caso a instituição decida voltar com as aulas presenciais antes de 2022, essa retomada deve ser feita de maneira controlada e gradual e assegurar o acolhimento aos estudantes e a preparação socioemocional dos professores, além de autorizadas pelas autoridades sanitárias locais .

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Os estados e municípios deverão, ao final do “período de emergência”, repor a carga horária perdida pela pandemia e realizar um plano para a reposição, sendo digital ou presencial.

As instituições de ensino podem voltar às aulas presenciais antes do prazo pré-determinado (Foto: Getty Images)

A relatora, Maria Helena, ressaltou que o trabalho foi bastante coletivo, com parceria do Ministério da Educação e ainda apontou que a reprovação de estudantes ainda pode acontecer, mesmo no ensino à distância. Ainda assim, o aumento da taxa de reprovações não deve aumentar, tendo em vista que a chance de evasão escolar do 6º ao 1º ano do ensino médio seriam estimuladas.

O texto ainda tem que ser aprovado pelo ministro da Educação, Milton Ribeiro. O CNE disse que pedirá a avaliação do documento com urgência.

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