Crianças promovem corrente do bem ao escreverem cartas de empatia na pandemia

A ideia deu tão certo que se tornou uma projeto que passeou não só pelo Sul do Brasil, como também no exterior 

Resumo da Notícia

  • Alunos do ensino fundamental de uma escola de Maringá, Paraná, criaram uma forma de enviar mensagens positivas para outras crianças;
  • A ideia começou durante a pandemia;
  • A ideia deu tão certo que se tornou uma projeto que passeou não só pelo Sul do país, como também por fora dele.

Alunos do ensino fundamental de uma escola de Maringá, Paraná, criaram uma forma de enviar mensagens positivas para outras crianças durante a pandemia. A ideia deu tão certo que se tornou uma projeto que passeou não só pelo Sul do país, como também por fora dele.

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Sendo que as cartas que foram enviadas para outros países foram escritas em inglês. “Nesse momento de isolamento social, com Covid, uma carta pode fazer as pessoas se sentirem melhor”, disse João Miguel, uma das crianças engajadas no projeto Destinar o Bem Sem Olhar a Quem.

Alunos mandam cartas de empatia (Foto: Reprodução/ Facebook)

De acordo com o portal De boas notícias, as cartas são escritas por alunos de 9 e 10 anos. E mais do que estimular a escrita cursiva e a cultura das cartas, o projeto está trabalhando a empatia – que deve ser desenvolvida com as crianças. 

A ideia dos pequenos é criar uma corrente do bem. Por isso, na mensagem da carta, além de um trecho de carinho ou empatia, as crianças pedem que os destinatários respondam se for possível – afinal, o intercâmbio cultural é importante também.

Menino de 3 anos mobiliza a família para fazer doação a sem-teto (Foto: Getty Images)

As cartas começaram a ser mandadas para endereços aleatórios e conhecidos do Sul do Brasil, entretanto, o sucesso foi tanto, que agora, as mensagens já estão chegando aos colégios da Austrália e dos Estados Unidos.