Cura do coronavírus: vacina contra covid-19 não deve ser cara, segundo pesquisador

Estudioso da Universidade de Oxford está confiante com os resultados que vem tendo nos testes da vacina experimental e acredita em baixo custo para produção em larga escala

Resumo da Notícia

  • Pesquisador da Universidade de Oxford está confiante com os resultados que vem tendo nos testes da vacina experimental
  • Ele acredita na fabricação de baixo custo para produção em larga escala da substância
  • Testes em macacos tiveram resultados promissores
  • A análise em humanos começou em abril e deve trazer resultados entre julho e agosto deste ano
A análise em humanos começou em abril e deve trazer resultados entre julho e agosto deste ano (Foto: Getty Images)

A tão esperada cura do coronavírus pode ter preço baixo, o que permitira o acesso mais amplo possível. Quem afirma isso é Adrian Hill, diretor do Jenner Institute, da Universidade de Oxford, na Inglaterra, que trabalha ao lado da farmacêutica AstraZeneca nas pesquisas pela vacina contra a covid-19.

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“Não será uma vacina cara. Será uma vacina de dose única. E será fabricada para atender um suprimento global e em muitos locais diferentes ao mesmo tempo. Este sempre foi nosso plano”, ele disse à agência de notícias Reuters.

Na prática, a ideia é que depois que os testes darem certo, a fabricação da vacina seja em larga escala e mantendo o custo baixo, e assim, mantendo também o abastecimento da substância.

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Chamada de ChAdOx1 nCoV-19, segundo a agência de notícias, essa é uma das drogas experimentais pioneiras na busca mundial da cura do coronavírus. Um estudo preliminar com seis macacos mostrou que aqueles que receberam uma única dose da vacina desenvolveram anticorpos contra o vírus em 14 dias. E que, após 28 dias todos desenvolveram proteção.

Pesquisador da Universidade de Oxford está confiante com os resultados que vem tendo nos testes da vacina experimental  (Foto: Getty Images)

E tem mais: depois de serem vacinados, os animais foram expostos ao vírus da covid-19 e a substância impediu que eles tivessem danos aos pulmões e que o vírus se reproduzisse – porém, ele ainda conseguia se multiplicar no nariz.

Para o estudioso, os dados dos testes em animais foram “encorajadores, é claro” e reforçou o alto grau de confiança que ele e a equipe têm  nos testes que estão sendo feitos em humanos desde abril. Esses resultados devem ser possíveis em meados de julho ou agosto deste ano.

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