Equipe do Corpo de Bombeiros ajuda bicho-preguiça a atravessar o rio

Segundo eles, o animal apresentava cansaço físico enquanto nadava

Resumo da Notícia

  • Bombeiros ajudaram bicho-preguiça a cruzar o rio
  • O animal apresentava cansaço enquanto nadava
  • Os homens o deixaram em uma árvore que se encontrava às margens

A equipe do Corpo de Bombeiros de Boa Vista, em Roraima, ajudou um bicho-preguiça a atravessar o Rio. Eles estavam fazendo monitoramento no local, quando se depararam com o animal que estava tentando nadar.

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Eles afirmaram que ela estava demonstrando cansaço e, por isso, decidiram dar uma “forcinha”. Portanto, eles retiraram ela da água e a levaram no barco até uma árvore que estava à margem do rio.

Corpo de bombeiros ajudam preguiça atravessar o rio
Corpo de bombeiros ajudam preguiça atravessar o rio (Foto: Reprodução / G1)

No entanto, essa não é a primeira vez que a natureza tem suas trocas de boas ações. Desta vez, golfinhos ajudaram uma equipe de resgate a encontrar um cachorro que havia sido perdido dos donos.

Quando as equipes de resgate chegaram com o barco, começaram a procurar pela Baia de Tralee pelo nadador desaparecido. Quando estavam quase desistindo, a polícia enviou mais dois botes salva-vidas e um helicóptero para aumentar a possibilidade de encontrar algo. Por volta das 20h30, eles viram um grupo de golfinhos em que no centro, havia um ser humano. O homem mal conseguia manter o queixo acima da água.

“Ele estava a todo momento tentando manter a cabeça acima da água, fazendo bastante esforço com as pernas. O homem era um nadador competente e nesta época do ano a água estava mais quente, o que ajudava ele também (baixando o risco de hipotermia). Ele não estava tão mal quando o puxamos para o barco, mas sua temperatura corporal estava bem baixa”, disse o timoneiro Finbarr O’Connell.

No relatório oficial, Finbarr observou que havia “muitos golfinhos na água, próximos à zona de resgate”. Embora ele não tenha especulado se eles ajudaram conscientemente o nadador, o timoneiro disse: “Talvez eles o ajudaram de uma forma ou de outra: quem sabe?”.