Escolas estaduais voltam a funcionar 100% presenciais no Estado de São Paulo

Colégios do Estado de São Paulo voltaram a funcionar 100% sem protocolos de distanciamento nesta quarta-feira

Resumo da Notícia

  • Governo de São Paulo retornou as aulas 100% presenciais nesta quarta-feira (03)
  • Não haverá mais revezamento ou opções para modelos de aula
  • O uso de máscaras continuará obrigatório para todos os alunos e funcionários

O governo do Estado de São Paulo anunciou que as escolas estaduais voltariam totalmente presenciais sem protocolos de distanciamento a partir desta quarta-feira (03). Anteriormente, apenas 24% das escolas do estado reabriram 100% aos alunos garantindo pelo menos 1 metro de distância exigido para a prevenção da Covid-19.

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O retorno não contará mais com o esquema de rodízio e autonomia para decidir se estudaria online ou presencial. No entanto, há algumas exceções de estudantes que poderão deixar de frequentar a escola:

  • Gestantes e puérperas
  • Comorbidades com idade a partir de 12 anos que não tenham completado as duas doses contra a Covid-19
  • Menores de 12 anos que pertencem a grupos de risco ou condição de saúde vulnerável

Apesar da flexibilização, o uso contínuo de máscaras continuará obrigatório para todos os estudantes e funcionários. Assim como a higienização constante. “Servidores, funcionários e alunos são acompanhados por meio do Sistema de Informação e Monitoramento da Educação para Covid-19 da Secretaria e quando há o surgimento de diagnóstico provável ou suspeito no ambiente escolar, os contactantes são identificados, a pessoa é isolada e orientada a buscar atendimento na rede de saúde.

É o médico quem determina, conforme avaliação, o período de afastamento e a indicação e o tratamento que deverá ser seguido”, afirmou a nota do governo. “Os alunos contactantes, por sua vez, são afastados das aulas presenciais e acompanham as atividades de classe por intermédio do Centro de Mídias, sem prejuízo para o aprendizado. No caso dos servidores e funcionários, também são orientados para o acompanhamento médico, que irá determinar o afastamento e o tratamento”, finalizou a nota.