Família

Estudo brasileiro defende que bebês que mamam no peito por mais tempo são mais inteligentes

A pesquisa foi feita pela Universidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul

Emily Santos

Emily Santos ,filha de Maria Teresa e Francisco

Mamar no peito trás benefícios a longo prazo (Foto: iStock)

Pesquisadores brasileiros da Universidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul, estudaram as vantagens da amamentação para as crianças e foram além dos benefícios a curto prazo que resultam na proteção do bebê graças às vitaminas, minerais, açúcares e anticorpos da mãe.

O estudo revelou que crianças que mamavam no peito são mais inteligentes e têm mais chances de obterem sucesso na vida profissional quando adultos.

Os pesquisadores acompanharam os voluntários por 30 anos e avaliaram QI, o grau de escolaridade e a renda ao final deste período. Na conclusão do estudo, fica explicado que aqueles que mamam no peito por mais tempo estudaram mais, se tornaram mais inteligentes e com rendas melhores.

3,5 mil bebês foram acompanhados no estudo. As classes sociais dos voluntários eram diversificadas e o resultado mostrou que aqueles que mamaram no peito por 1 ano ou mais tinham QI quatro pontos mais altos do que a média dos que mamaram pouco no peito.

A pesquisa também concluiu que a amamentação permite que a criança atinja o ápice de sua capacidade e influencia no sucesso financeiro. Os  bebês que mamaram por mais tempo tinham salários 20% maiores do que os que foram amamentados no peito por pouco tempo.

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