EUA reabrem fronteiras hoje após 20 meses de restrição: veja o que muda

Aeroportos exigirão comprovante de vacinas, teste negativo para a covid e um sistema de rastreamento das companhias aéreas para os passageiros. Confira detalhes

Resumo da Notícia

  • Os Estados Unidos estão reabrindo as fronteiras após 20 meses fechadas por conta da pandemia
  • Aeroportos passarão a exigir comprovante de vacinas, teste negativo para a covid e um sistema de rastreamento das companhias aéreas para os passageiros
  • Confira o que muda para você e toda a sua família

Os Estados Unidos reabrem hoje a fronteira para outros países – após 20 meses de fechamento total por conta da pandemia. A medida foi feita pelo ex-presidente Donald Trump no início de 2020 a fim de proteger o território estadunidense contra os demais países atingidos pela covid-19. A restrição ainda foi prolongada pelo atual presidente, Joe Biden, este ano.

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Contudo, a partir desta segunda-feira, 8 de novembro, o país finalmente volta a abrir as portas para estrangeiros. Para atender a demanda do fluxo, companhias aéreas confirmaram que vão aumentar o número de voos e aviões em circulação.

Inclusive, para os viajantes que chegam ao país de avião, serão exigidos comprovante de vacinas, teste negativo para a covid e um sistema de rastreamento das companhias aéreas para os passageiros. Para aqueles que dão entrada nos Estados Unidos de carro, o processo será dividido.

Será pedido comprovante de vacina contra a covid-19
Será pedido comprovante de vacina contra a covid-19 (Foto: Getty Images)

Passageiros de carro que chegam no país para motivos de lazer e turismo devem apresentar comprovante de vacinação contra a covid-19. Porém, aqueles que fazem a travessia por motivos imperiosos – por exemplo, motoristas de caminhão – não serão submetidos a essa obrigação.

A partir de janeiro de 2022, o comprovante de vacina será exigido para todo e qualquer passageiro que desejar entrar no país, de carro ou de avião, por motivos de trabalho ou lazer. Todas as vacinas aprovadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) são e ainda serão aceitas no futuro.