Família cria vaquinha para ajudar menino que foi agredido por vizinho em quadra após assobiar

Thiago é um menino de 14 anos que foi agredido em uma quadra poliesportiva por um homem que ficou irritado por ele ter assobiado, agora a família está pedindo ajuda para custear os tratamentos psicológicos que ele deverá fazer

Resumo da Notícia

  • Um jovem de 14 anos foi agredido por um vizinho no último sábado
  • O menino estava assobiando e o barulho incomodou o homem que o agrediu
  • A família do jovem fez uma vaquinha online para ajudar a custear os tratamentos psicológicos que ele deverá fazer após o ocorrido

Um jovem de apenas 14 anos foi agredido no último sábado em uma quadra poliesportiva no Distrito Federal. O agressor identificado como, Victor de Sales Batista, 27, se irritou com o menino após ele assobiar e fazer barulho na vizinhança, agora o homem está sendo investigado pela polícia.

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Segundo a Polícia Civil, Batista foi intimado a prestar depoimento e deverá responder pelos crimes de ameaça, injúria e lesão corporal. Se condenado, ele pode ter que cumprir pena de até 2 anos de cadeia pelos crimes contra o adolescente. A família de Thiago fez uma vaquinha online para ajudar a custear os tratamentos psicológicos que ele deverá fazer após o ocorrido, segundo os parentes ele sofre de TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade).

O adolescente foi agredido pelo vizinho após assobiar
O adolescente foi agredido pelo vizinho após assobiar (Foto: Reprodução/UOL)

A ideia de criar a vaquinha partiu da advogada da vítima, Andrea Quadros. Ela teria sido procurada por vizinhos e amigos com intenção de ajudar no caso, para que mais pessoas pudessem colaborar com a situação precária em que o menino e sua família estariam vivendo atualmente.

“Será necessária a realização de exames comprobatórios do estado de saúde de Thiago após a agressão de Victor, senão a justiça se limitará a condená-lo em agressão leve, incompatível com a realidade”, disse a advogada, no texto da vaquinha online.

“Além disso, a família precisa comprar medicamentos e mantimentos básicos, fazer tratamentos neurológicos, psiquiátricos e psicológicos e, principalmente, precisa se mudar do local onde vivem atualmente, já que fica arriscado manter Thiago e sua família sujeitos ao risco de sofrerem mais agressões”, complementou.