Família de Chico Anysio briga por dívida de milhões: saiba o valor

Chico Anysio faleceu há 10 anos mas, mesmo assim, o patrimônio deixado pelo humorista não chega a ser suficiente para pagar a dívida herdada. Saiba dos detalhes

Resumo da Notícia

  • Família de Chico Anysio briga por dívida de milhões: saiba o valor exato
  • Chico Anysio faleceu há 10 anos mas, mesmo assim, o patrimônio deixado pelo humorista não chega a ser suficiente para pagar a dívida herdada
  • Saiba dos detalhes

Chico Anysio faleceu há 10 anos e, desde então, a família vive desavenças com relação a dívidas e patrimônios do humorista. Isso porque, mesmo com um patrimônio de anos de carreira acumulado, o grupo está tendo que se virar para pagar as enormes dívidas.

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Ao todo, de acordo com informações divulgadas pela Veja, a família de Chico Anysio deve pagar uma dívida de R$ 7 milhões. Tudo isso acumulado em lojas em nome do humorista, apartamentos com condomínios não pagos e impostos atrasados.

Após a morte de Chico, a viúva Malgarette Dall Agnol de Oliveira Paula, a Malga e os sete filhos do humorista repartiram a herança de R$ 4 milhões. Contudo, agora precisam se virar para a dívida. Em entrevista à Veja, Malga negou as acusações de que lesou os demais herdeiros no tempo em que se responsabilizou pelo inventário do marido.

Chico com os filhos, Bruno e Cícero
Chico com os filhos, Bruno e Cícero (Foto: Reprodução/ Instagram/ @eumazzeo)

“Eu nem sei por que um oficial de Justiça viria atrás de mim. Não é só falar com meus advogados? Eu não os agrido. Já eles disseram que sou mentirosa e até roubei”, diz ela. “Não tenho mais saúde mental, passei por duas internações psiquiátricas. Não recebi nada, nem 1 centavo”.

A função de responsável pelo inventário de Chico Anysio tornava Malga responsável por administrar IPTU e impostos com o dinheiro recebido pelo humorista. Contudo, a dívida não foi paga e, sobre isso, o advogado dos filhos, Roberto Edward Halbouti, comentou também à Veja: “Não sabemos precisar o montante que desapareceu do espólio porque não houve prestação de contas. Só isso já configura apropriação indébita — para não falar em furto”.