Família se assusta ao abrir caixão e descobrir que corpo de mãe foi trocado

Raimunda da Silva teve o corpo trocado com outra pessoa e só descobriram porque a família não reconheceu o corpo que estava no caixão. Segundo informações, o erro foi da funerária e não do Hospital

Resumo da Notícia

  • Uma mulher de 55 anos, que morreu no último domingo, teve o corpo trocado com outra pessoa
  • Só descobriram porque a família não reconheceu o corpo que estava no caixão
  • O caso aconteceu na última terça-feira em Santa Cruz do Xingu, a 994 km de Cuiabá

Uma mulher de 55 anos, que morreu no último domingo, teve o corpo trocado com outra pessoa e só descobriram porque a família não reconheceu o corpo que estava no caixão. A família iria realizar o velório em Santa Cruz do Xingu, a 994 km de Cuiabá, mas ao abrir o caixão se depararam com outro corpo.

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O caso aconteceu na última terça-feira, o Hospital Geral de Cuiabá informou por meio de nota que no caso de retirada de corpo, o paciente é duplamente identificado através de etiquetas aderidas ao corpo com informações para facilitar o procedimento pelo agente funerário.

Segundo a unidade, esses procedimentos foram seguidos pela equipe, porém não houve o mesmo do serviço funerário. Segundo a filha da vítima Ana Paula Silva, a mãe estava internada no Hospital Geral em Cuiabá e morreu no domingo (15). Ela estava sendo acompanhada pelo filho, Sebastião da Silva, mas a funerária afirmou que a presença dele não seria necessária para os trâmites.

A mãe teve o corpo trocado com outra pessoa no caixão
A mãe teve o corpo trocado com outra pessoa no caixão (Foto: Reprodução/G1)

“Quando a gente abriu o caixão era outro corpo. Ela estava no Hospital Geral, tinha câncer. No entanto, meu irmão ficou para cuidar do translado, mas não deixaram e o corpo dela foi parar em Pontes e Lacerda”, afirmou ao portal do G1. Segundo a família, a funerária já fez a remoção do corpo trocado, mas ainda não tem previsão para que chegue em Santa Cruz do Xingu. O velório será na Igreja Madureira, no Centro do município.

De acordo com o gerente da funerária Osvair Marcos da Silva, foi um erro do hospital. “O funcionário do hospital é quem entrega o corpo. São apresentados os documentos e a pessoa que entrega para funerária. Me parece que aconteceu dois óbitos na mesma data no hospital, de Santa Cruz do Xingu e de Pontes e Lacerda. A documentação foi entregue corretamente, mas o corpo foi de outra pessoa”, informou. Ele ainda explicou que, por causa da distância entre as cidades, não há como dizer quando o corpo de Raimunda vai ser entregue aos familiares.