Fernanda Gentil posta foto com filho caçula e se declara em texto emocionante

A jornalista é mãe de Gabriel e Lucas

Fernanda Gentil fala sobre família e maternidade (Foto: Reprodução/Instagram @gentilfernanda)

Na quinta-feira, dia 20 de junho, Fernanda Gentil publicou uma foto com filho caçula e fez uma declaração linda. A jornalista, que também é mãe de Lucas, escreveu um texto emocionante sobre a importância do garoto em sua vida e como a maternidade mudou todo seu olhar para o mundo, mesmo com o “cansaço imbatível”, que toda mãe sabe como é.  ”Ei, pequeno… esbarrei com a gente nesse espelho no meio da rua e me vi de calça jeans, camiseta, tênis, mochila nas costas, tralhas nas mãos, e um pingulinho pendurado em mim. Aí eu quis registrar pra ter mais uma lembrança eterna do que estou vivendo.”, começou explicando o motivo da foto.

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Gabriel tem três anos de idade (Foto: Reprodução/Instagram @gentilfernanda)

“Do que você me faz viver; essa parceria implacável, esse cansaço imbatível, e esse amor inalcançável. Desde que você chegou nunca foi um conto de fadas – afinal, o que nessa vida é? – mas tem sido o conto mais completo que eu já vivi. Um conto pra colocar inveja em qualquer fada! Tão bom que me faz agradecer, todas as noites, por ter sido escolhida por você. Nem sei se merecia tanto na verdade, mas já que fui, deixa eu tentar corresponder à altura: deixa eu virar noite pra te pegar acordando e acordar na madrugada pra te ver dormindo.  Fazer matemática de minutos pra passar mais horas com você. Deixa eu me reinventar todos os dias pra te dar as respostas das suas perguntas”, escreveu.

Que delícia! (Foto: Reprodução / Instagram @gentilfernanda)

“Deixa eu chorar de tanto amor. Estraçalhar meu coração pra te dar uma chamada ou outra – e durante todas elas, te amar cada vez mais. Deixa eu ser a Sol do DPA, a Monica da Turma, a Ladybug e o Gabriel bebê em intervalo de segundos. Basta uma ordem do diretor (você, claro), e ai de mim se não souber o meu papel e as minhas falas… aliás, deixa eu ouvir sempre você interpretando a mamãe enquanto eu faço o Gabriel bebê porque suas falas são sempre de amor, cuidado, carinho (e um pouquinho de bronca). Essa é a maior prova de que estou no caminho certo. E também de que estou sendo observada de perto por você. Saber disso me blinda de qualquer cansaço e correria de trabalho. E me faz ter ouvidos só para o seu ‘eu também te amo’ em resposta ao meu ‘te amo’ que você ouve todas as noites antes de dormir e depois de rezar”, finalizou o texto.

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Os seguidores amaram a declaração e encheram os dois de elogio. “Que delícia de texto. E identificação imediata com a foto. Rsrs. É mesmo um amor incomparável. Uma descoberta diária e uma saudade gigante até do dia anterior! Passa muito rápido!”, disse uma mãe. “Isso me comove muito! E vai aumentando ao longo da vida!como é que pode aumentar o que já era infinito?”, escreveu um dos seguidores

Mãe do nada!

Fernanda Gentil é mãe de dois (Foto: Reprodução/ Instagram @gentilfernanda)

A maternidade chegou para Fernanda da forma mais inesperada, literalmente. Sem nenhuma viso prévio, a jornalista passou de “tia/madrinha” para “mãe” de um garoto de 1 ano e 6 meses. Lucas é filho biológico da tia de Fernanda, que faleceu de cancêr quando a sobrinha ainda tinha 21 anos, era solteira e ainda morava com os pais. Quando isso aconteceu, ela não teve dúvidas e encarou a maternidade com a cara e a coragem se dividindo com o pai do menino. Em entrevista à QUEM, ela contou que a bomba caiu no colo dela e com o tempo foi aprendendo a lidar com isso.  “Não acordei um dia e falei: ‘Vou ficar com o Lucas’. Ele sempre foi meu! A pergunta foi: ‘Como me adaptar?’. Eu não estava trabalhando, na loucura de estágios, solteira, morava com meus pais. Tive duas úlceras nessa época. Foi o único momento em que duvidei da existência de Deus. Pensava: ‘Será que Ele existe?’”, relembrou.

Mesmo com todas as dificuldades, Fernanda conseguiu superar tudo e descobriu um amor que nunca tinha conhecido.  “Quando o Lucas veio pra mim eu entendi que o ser humano foi feito pra ser incrível. Que a gente pode – e deve – amar sem fronteiras. Que o amor que a gente tem e a capacidade de amar alguém que não veio de nós e nem nasceu da gente, são inimagináveis. É algo que transcende qualquer barreira ou questão biológica. Que vence qualquer regra social. Qualquer família tradicional. O amor, o cuidado e o carinho pelo próximo estão aqui e aí dentro, prontinhos para serem colocados em prática. Basta ter um motivo para tal. Lucas foi o meu. Me mostrou, quando a mãe dele virou uma estrelinha, que ele precisava de mim, e mais ainda: que eu precisava dele. Essa é a vida como ela é; sem margarinas ou contos ou príncipes ou tradições – a vida é a maneira que a gente encontra para ser feliz. Você, meu amor, me mostrou um sentimento aqui dentro que me faz feliz demais até hoje. E com a chegada do seu irmão eu só tive a certeza de que o que eu sentia por você era aquilo tudo mesmo que eu imaginava: era a tal da maternidade. Amo você. Amo Gabriel. Amo Nala (cachorra da família). Amo nosso quarteto”, disse Fernanda em uma das declarações que fez para o filho.

Fernanda se tornou mãe de Lucas quando ele tinha pouco mais de 1 ano (Foto: Reprodução/ Instagram @gentilfernanda)

O menino, que hoje tem 11 anos, ganhou um irmão caçula e Fernanda sempre fez questão de deixar claro que a chegada de um novo membro não significava que ele seria de alguma forma excluido da família.  “Sempre incluí o Lucas em todos os planos. A gente se mudou de apartamento, o Lucas tinha um quartinho dele e o Gabriel, o dele. Quando eu soube que estava grávida, estávamos nós três: eu, Lucas e Matheus (ex-marido de Fernanda). E começamos a chorar. Falei: ‘Lucas, ninguém sai da família quando alguém entra. A família só aumenta’. Hoje é incrível! Gabriel vê o Lucas, emite sons, morde, quer babar o Lucas inteiro. Tem loucura pelo irmão”, contou emocionada ao falar dos filhos.

Durante o programa Caldeirão do Huck, Fernanda explica que faz questão de lembrar Lucas sobre sua mãe biologica e não tenta forçar assumir esse papel, mas sim que é algo natural.  “Eu deixo bem claro que a mamãe está lá em cima. A gente reza para ela, a gente conversa com ela. Se ele quiser ele tem uma mãe aqui embaixo. Não sei se ele tem, mas eu tenho um filho de 8 anos”.

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