Fernanda Lima faz homenagem após um ano da perda do pai para covid-19: “É muita memória”

A atriz compartilhou uma foto de Cleomar Lima, além de bilhetes que escreveu para ele. Na legenda, ela desabafou sobre esse período

Resumo da Notícia

  • Fernanda Lima prestou uma homenagem ao pai, após um ano do falecimento dele
  • No Instagram, a atriz compartilhou algumas lembranças de Cleomar Lima
  • Ela recebeu o carinho de fãs nos comentários

Na manhã deste sábado, 17 de julho, Fernanda Lima compartilhou uma foto do pai junto de alguns bilhetes e desenhos da infância e recados já mais velha para lamentar um ano do falecimento dele. A atriz usou a legenda para fazer uma homenagem.

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Fernanda compartilhou algumas lembranças do pai, Cleomar Lima, um ano após o falecimento dele por complicações da covid-19 (Foto: reprodução/Instagram @fernandalimaoficial)

“Um ano sem a presença marcante, sem as piadas sacanas, sem a ironia, sem os gritos de alegria, sem as ligações preocupadas, sem os abraços apertados e demorados, sem os beijos babados. Não aceito. Mas o que se há de fazer? Lembrar e guardar as lembranças”, começou.

E ela continuou: “Achei pastas e pastas. De todos os bilhetes e cartinhas de criança e de todas as cartas trocadas já na vida adulta. Ainda não tive coragem de ler tudo… É muita memória, muito amor. Pai, um ano sem ti. 💔”.

Nos comentários, os fãs e seguidores mostraram apoio e carinho. “Beijo no coração! Perder o pai é um luto eterno”, “Que Deus te conforte” e “Muito difícil perder quem amamos! Que o Senhor Jesus conforte o seu coração”, foram alguns deles.

Na legenda, Fernanda Lima falou sobre as lembranças que tem do pai (Foto: reprodução/Instagram/@fernandalimaoficial)

A atriz já comentou sobre o processo de luto pela perda de Cleomar Lima, aos 84 anos, que ficou 120 dias internado após contrair covid-19 em Porto Alegre, no Hospital Moinhos de Vento, e faleceu devido às complicações da doença em julho de 2020.

“Foi um processo bastante doloroso. Durante esses quatro meses, toda essa tortura que a gente passou, andava todo dia no meio do mato sozinha e gritava, de verdade. Eu berrava. Para todos os recursos que eu pudesse ter. E para ele. Eu chorava, mas era um choro primitivo, aquele que você só consegue chorar sozinha”, disse em entrevista para o canal do YouTube de Astrid Fontenelle.