Filha de Tatá Werneck e Rafael Vitti surge em momento cheio de amor ao lado da avó

Clara Maria encantou em foto com a atriz Valéria Alencar ao aparecer dormindo ao lado da avó paterna, a atriz Valéria Alencar, de 54 anos de idade, na manhã deste sábado, 18 de julho

Resumo da Notícia

  • Na imagem dá para perceber o carinho entre vó e neta
  • Clara Maria completará 9 meses no dia 23 de julho, encantou os seguidores
  • Valéria Alencar, de 54 anos de idade é mãe de Rafael Vitti

Clara Maria, filha de Tatá Werneck e Rafael Vitti, encantou ao aparecer dormindo em uma foto ao lado da avó paterna, a atriz Valéria Alencar, de 54 anos de idade, na manhã deste sábado, 18 de julho. Na imagem dá para perceber o carinho entre vó e neta.

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Clara Maria, filha de Tatá Werneck e Rafael Vitti, com a vovó paterna, a atriz Valéria Alencar (Foto: Reprodução / Instagram @Veleriaalencarvitti)

“Ser e estar”, escreveu a avó coruja na legenda da imagem compartilhada no Instagram. A menina, que completará 9 meses no dia 23 de julho, encantou os seguidores.

Os internautas adoraram o registro fofíssimo e não economizaram nos elogios: “Que delícia de foto! Plenitude e muito amor!”.  “Momento lindo e único! Não existe prazer maior na vida que este!”, comentou outra seguidora.

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A família vai aumentar?

Clara Maria chegou em outubro de 2019 para mudar a vida de Tatá Werneck e Rafa Vitti. E o que eles não esperavam era ter que enfrentar as incertezas de uma pandemia com um bebê  em casa e todas as dúvidas que o primeiro filho causa na vida de um casal.

Em um papo Thais Fersoza, a atriz falou sobre os sentimentos, coronavírus e as chances de dar um irmão para a filha. “Eu quero ter outro filho, não sei se biológico, sei que quero adotar também, quero ser mãe novamente. Porque acho muito importante, tenho um irmão e sei o quanto ele é importante para mim. Acho que quando você tem um irmão, já nasce com uma noção de compartilhar as coisas. Quero ter mais filho”, afirmou a humorista.

Tatá confessou ter passado por dificuldades na maternidade. “Eu fiquei bem doida… Eu não achei que fosse ter depressão pós-parto, nem sei se tive porque não tive tempo de ir a médico porque entrou na quarentena, mas fiquei com muito medo quando ela nasceu. Fiquei super protetora com ela, colocava os dois dedos no nariz dela para ver se ele estava respirando de noite”, disse.

A artista ainda disse que seus sentimentos se potencializaram graças ao coronavírus: “E aí quando entrou a pandemia fiquei com muito mais medo… Isso foi me deixando muito ansiosa… Não fiquei deprimida de triste, mas fiquei fóbica, com medo de tudo. Muita angústia de imaginar que não posso protegê-la nesse momento”, afirmou.

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