Foto impactante mostra como ficou rosto de mãe ucraniana que salvou seu bebê de bombardeio

Veronique De Viguerie mostra em imagens, como ficou a mãe que protegeu o bebê recém-nascido do bombardeio russo à Kiev, na Ucrânia

Resumo da Notícia

  • A fotojornalista Veronique De Viguerie, registrou em imagens, como ficou as pessoas que foram atingidas pelo ataque de Rússia à Ucrânia
  • A Olga, mãe de um bebê de apenas 6 meses, usou o corpo para proteger a criança
  • A mãe ficou completamente ferida

A fotojornalista francesa, Veronique De Viguerie, publicou na última segunda-feira, 21 de março, registros do bombardeio russo à um hospital localizado em Kiev, na Ucrânia. O caso chamou a atenção das pessoas, pois, no momento em questão, uma mãe estava amamentando o seu bebê. Logo em seguida, ela salvou o recém-nascido dos ataques aéreos de mísseis, fazendo com que ela ficasse completamente ferida.

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Nas imagens, a mãe está com a cabeça machucada e enfaixada, enquanto segura a filha de apenas 6 semanas. “Conheci a Olga em um hospital em Kiev, no centro de terapia intensiva. Ela tinha chegado no dia anterior”, disse Veronique ao Today Parents.

Olga salva o filho recém-nascido, de bombardeio de Rússia à Ucrânia (Foto: Reprodução/Instagram/@veroniquedeviguerie)

A mãe que salvou o seu bebê recém-nascido se chama Olga, ela vive em Kiev, capital da Ucrânia. No momento do bombardeio, ela estava amamentando a sua filha Victoria. “Ela estava em uma área residencial na área de Podilskyi, em Kiev. Olga protegeu Victoria com o corpo, provavelmente salvando sua vida”, disse.

Segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), mais de 3,7 milhões de pessoas fugiram da Ucrânia, após iniciar os ataques da Rússia. “A escalada do conflito na Ucrânia causou a destruição da infraestrutura civil e vítimas civis. Forçou as pessoas a fugir de suas casas em busca de segurança, proteção e assistência”, disse a ONU em seu portal.

Famílias perdidas pela guerra

Uma família ucraniana inteira foi atacada por tropas russas enquanto estavam dentro do carro, fugindo da guerra. A única sobrevivente é Sophia, uma menina de 13 anos que ainda está se recuperando dos ferimentos quase fatais.

Semyon, irmão de sete anos, morreu no Hospital Infantil Okhmatdyt após três dias tentando sobreviver. Imagens da morte de Polina, irmã mais nova de Sophia, foram compartilhadas pelo vice-prefeito de Kiev, Vladimir Bondarenko, que a tornou um símbolo do custo humano da guerra. “O nome dela era Polina. Ela estudou na 4ª série da escola em Kiev. Ela e seus pais foram baleados pelo russos”, afirmou. Leia a matéria completa aqui.