Gaze descartada no lixo por médico anestesista será analisada por Polícia Civil

Os profissionais que trabalhavam com o médico anestesista Giovanni Quintella Bezerra, foram quem filmaram os acontecimentos e flagraram os casos de estupros. Após limpar a boca da paciente, o homem descartou a gaze em uma lixeira do próprio centro cirúrgico

Resumo da Notícia

  • Anestesista é preso em flagrante por estuprar paciente que passava por parto cesárea
  • Os colegas de trabalho de Giovanni Quintella Bezerra, foram quem filmaram os acontecimentos e flagraram os casos de estupros
  • Após limpar a boca da paciente, o homem descartou a gaze em uma lixeira do próprio centro cirúrgico

A perícia da Polícia Civil irá analisar o material biológico de Giovanni Quintella Bezerra, médico anestesista preso em flagrante por estuprar uma mulher durante o parto cesárea dela, em um hospital em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. Conforme reportagem do g1, as drogas usadas para sedar a vítima também foram apreendidas pela polícia.

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Na última segunda-feira, 11 de julho, outra paciente atendida pelo anestesista no dia 6, sua mãe e o acompanhante de uma outra possível vítima, foram ouvidos pelos agentes. O Giovanni Quintella foi transferido ao presídio de Benfica. Agora, a polícia investiga se ele cometeu outros dois estupros.

Nos depoimentos recebidos pela Delegacia de Atendimento à Mulher de São João de Meriti, testemunhas informaram que o Giovanni, posicionado na cabeça da vítima, fez uma espécie de “cabana” que impedia que o resto da equipe o visse e observasse o rosto da vítima.

Anestesista é preso por estuprar pacientes
Anestesista é preso por estuprar paciente em parto cesárea (Foto: Reprodução / G1)

Nas imagens gravadas pela equipe, foi possível visualizar que o homem inseriu o pênis na boca da paciente, ainda desacordada. Após terminar, o Giovanni usou um material, como gaze, para limpar a boca da paciente. Em sequência, descartou o material em uma lixeira do próprio centro cirúrgico.

Porém, segundo aponta o jornal, os enfermeiros da equipe que acompanhou os procedimentos recolheram o material descartado e o entregaram à polícia. “A mesma equipe de enfermagem, que fez um trabalho brilhante, digno de todos os elogios, também recolheu frascos de substâncias que foram ministradas à vítima, possivelmente para que o crime fosse cometido”, disse a delegada Bárbara Lomba, ao g1.