Gêmeas separadas na maternidade tem reencontro emocionante graças a família adotiva

Aline e Alice sofreram com um destino incerto por anos, até que o casal Ana Cristina e Júlio tomaram uma decisão muito importante para levar mais amor para vida das meninas. Conheça essa história emocionante, que é um show de esperança!

Resumo da Notícia

  • Gêmeas são separadas na maternidade na Bahia
  • Uma das meninas nasceu com má formação e foi abandonada pela mãe
  • Família adotiva arruma um jeito de adotar ambas para poderem crescer juntas

Irmãos são importantes não só pelo companheirismo, mas pela construção de um vinculo que poucas pessoas formam ao longo da vida. No caso de gêmeos, a parceria se torna ainda mais forte, uma vez que crescer todos os dias da sua vida com alguém da sua idade, torna tudo diferente e muito mais prazeroso. Infelizmente, para as gêmeas Aline e Alice, o início da vida foi longe de ser assim.

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Gêmeas separadas na maternidade são adotadas por família (Foto: Reprodução/ TV Subaé)

As meninas que nasceram em Teixeira de Freitas, região sul da Bahia, foram separadas ainda na maternidade. Alice, nasceu com má formação da traqueia e faringe e com 27 dias de vida precisou ser transferida para o Hospital da Criança, em Feira de Santana. Por conta de diversas complicações no quadro de saúde da menina, a mãe =”color: #0000ee;”>biológica e decidiu abandona-la e levar Aline sozinha para casa.

De acordo com informações do G1, apesar do abandono ainda recém-nascida, Alice foi sempre muito bem recebida pela equipe médica do hospital, inclusive pela assistente social responsável pelo caso, Ana Cristina Almeida. “Ela sempre foi uma criança muito apaixonante, muito querida por todos. Eu sempre falava dela para minha família. Na minha casa todo mundo já conhecia Alice, a gente já orava por ela antes de iniciar o processo de adoção”, contou Ana, sobre sua decisão de adotar a bebê.

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Ela e o marido, Júlio Ramos, logo conseguiram a guarda da menina e começaram a planejar o futuro da criança. Mas, Ana sempre soube da existência de Aline e desejava que as meninas pudessem se encontrar. “Como eles [familiares] eram nômades a gente não sabia onde eles estavam. Mas assim que conseguimos a guarda total da Alice, deixamos sinalizados no Conselho Tutelar que caso a Aline fosse deixada para adoção, seriamos a primeira família a recebê-la”, explicou.

Após dois anos, foi descoberto que Aline teria sido deixada em um abrigo em Teixeira de Freitas, o que trouxe muita alegria e esperança para Ana e Júlio, que sonhavam em poder ter as duas juntas. “Foi bonito ver que mesmo esses dois anos de separação não quebrou esse laço que existia entre elas duas, de família, de sangue. Foi lindo, inexplicável. Nada que eu disser vai descrever o momento”.
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