Genial! Jovem cria alfabeto personalizado para ajudar irmão autista na escola

Blenda Guirao tem um carinho imenso pelo irmão caçula, Caio, e decidiu fazer um alfabeto do Pokemón para deixar as atividades ainda mais interessantes

Resumo da Notícia

  • Para ajudar na alfabetização do irmão, Blenda criou letras personalizadas do Pokemon
  • A jovem reforça que é superimportante encontrar a maneira certa de ensinar
  • Caio, de 11 anos, amou fazer as atividades

Blenda Guirao provou que amor de irmão é realmente inexplicável! Ela, que é irmã de Caio, de 11 anos, demonstrou esse sentimento ao criar um alfabeto personalizado para ajudar o menino, que é autista, na escola. A estudante de medicina usou o desenho Pokémon para se inspirar em cada uma das letras.

-Publicidade-

Pelas redes sociais, Blenda mostrou qual foi o resultado da atividade e, claro, o sorriso no rosto de Caio disse tudo! Na publicação, a irmã mais velha mostrou que o menino é muito dedicado, e que o alfabeto vai ajudar ainda mais na adaptação do conteúdo para a escola.

Blenda encontrou um jeito de ajudar o irmão com a alfabetização em casa (Foto: reprodução / Instagram @blendaguirao)

Mesmo não sendo educadora, ela reforça que “é muito importante encontrar a maneira certa de ensinar”. Para montar o alfabeto, ela escolheu cada um dos personagens que tivesse a inicial com a letra. Depois disso, Blenda colou as folhas impressas na parede e ajudou Caio a reconhecer cada uma delas. A gente amou!

-Publicidade-

Mais uma atitude incrível!

Jenna Roman, mãe de Jerico, um menino autista de 10 anos, passou por um perrengue ao descobrir que uma marca de waffles havia parado de produzir a linha favorita do filho. Por mais que esse problema pareça ser super fácil de resolver, o garoto tem problemas alimentares extremos, fazendo o que era fácil de solucionar, super difícil.

A mulher comentou a fundo sobre os problemas alimentares do menino em entrevista ao CBS News, onde explicou que no ano passado o menino teve uma grande regressão e teve que voltar a aprender a como comer e beber. Mas para o azar da família a o waffle que o filho estava acostumado a comer parou de ser vendido. Depois de muito esforço, ele conseguiu se adaptar a outra marca, mas adivinha: ela também parou de vender o produto.

Jenna recebeu muito carinho dos lojistas e também da marca de waffles! (Foto: iStock)

Roman começou a pedir para lojas e pessoas que se sensibilizassem com a situação enviassem seus estoques do waffle. “Estou pedindo ajuda para encontrar e cobrir os custos dos waffles e de um freezer para armazená-los à medida que são congelados”, explicou. O sucesso foi tanto que, na verdade, a mãe precisou de dois freezers para guardar todos os waffles!

Além disso, ela entrou em contato com a marca produtora dos waffles, e eles se comprometeram a enviar o estoque que ainda tinham. E foram além! A marca desenvolveu uma receita para que a mamãe pudesse replicar em casa, e fez questão de fazer vários testes antes para ver se o resultado final ficaria igualzinho ao que era vendido.