Governo do Rio de Janeiro irá flexibilizar o uso de máscaras contra a Covid-19 a partir de quinta-feira

Governo do Rio de Janeiro irá publicar lei no Diário Oficial que flexibilizar o uso de máscaras, em todo o estado, a partir de quinta-feira

Resumo da Notícia

  • O G0verno do Rio de Janeiro anunciou a flexibilização do uso de máscaras em todo o estado em locais abertos
  • Após a aprovação os critérios de vacinação e distanciamento social deverão continuar sendo seguidos
  • A decisão será publicada no Diário Oficial nesta quinta-feira (28)

Nesta quarta-feira (27), o Governo do Rio de Janeiro afirmou que será sancionada a lei, em todo o estado, que flexibiliza o uso de máscaras contra a Covid-19 partir desta quinta-feira (28) em locais abertos. A decisão será publicada no Diário Oficial.

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Após a aprovação os critérios de vacinação e distanciamento social deverão continuar sendo seguidos. A aprovação do projeto de lei pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), em discussão na tarde da última terça (27). Uma edição extra será publicada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) no Diário Oficial após a decisão.

Uso de máscaras deixará de ser obrigatório em locais públicos
Uso de máscaras deixará de ser obrigatório em locais públicos (Foto: Reprodução / G1)

Já na capital do estado, o decreto foi publicado na terça-feira (26), no entanto, só será decretada após ser coloca no Diário Oficial. Assim que isso acontecer, serão considerados:

  • O uso de máscaras obrigatórios somente em áreas fechadas
  • Boates, casas de show, pistas de dança e grandes eventos só poderão funcionar com apenas 50% da capacidade permitida
  • Competições esportivas em estágios e ginásios somente se apresentar o comprovante de vacinação ou teste de PCR, realizado em menos de 48 horas
  • Quando 75% da população estiver com o esquema vacinal completo, as máscaras serão obrigatórias somente em transportes públicos e em unidades de saúde.

“Houve uma discussão interna para definir o parâmetro ideal. A Secretaria Municipal de Saúde tinha sugerido um percentual até menor, se não me engano de 60%, mas consideramos que o valor precisava ser mais rígido. Decidimos, então, por 65%”, explicou Alberto Chebabo, Integrante do Comitê Científico da Prefeitura do Rio, da UFRJ, em entrevista ao G1.