Grávida? Hugo Moura fala sobre segundo filho com Deborah Secco

O ator falou sobre dificuldades da família em enfrentar a quarentena com a filha pequena, Maria Flor, de 4 anos. Ele é casado com a atriz desde 2015

Resumo da Notícia

  • Hugo Moura, casado com Deborah Secco, pai da Maria Flor, de 4 anos, conta está sendo sua rotina duarante a quarentena
  • O ator conta que teve dificuldades em construir uma rotina no inicio do isolamento
  • A família completou um mês de quarentena há poucos dias
O casal estão juntos desde 2015 (Foto: reprodução / Instagram @dedesecco)

O ator Hugo Moura está casado com Deborah Secco desde 2015, os dois são pais de Maria Flor, de 4 anos. Ele contou que assim como para muitas famílias no Brasil, a quarentena devido a pandemia também afetou a rotina da família.

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A família completou um mês de isolamento social há poucos dias, o ator diz que no começo a adaptação não foi fácil. “A primeira semana foi caótica porque não existia uma rotina. A gente estava se adaptando, então foi uma loucura. Agora que completamos a quarta semana de quarentena, já temos uma rotina”, disse em entrevista ao Gshow.

Hugo, também conta como foi a divisão de tarefas durante o isolamento. “A gente está se virando nos trinta, né? Tínhamos uma pessoa que ajudava a gente com a Maria, mas como a mandamos para casa, estamos só eu e Deborah. Um faz comida enquanto o outro esquenta; às vezes, ela dá o almoço enquanto estou trabalhando de casa para a minha produtora… É um dia de cada vez”, afirmou.

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Apesar da família ter dificuldades em criar uma rotina, o ator conta que agora, o cronograma basicamente, toda em torno da filha, que está recebendo mais atenção. “Sempre fui de acordar cedo, então costumo ser o primeiro a levantar, junto com a Maria. Normalmente, coloco ela com alguma tela para se distrair enquanto estou fazendo o café da manhã. A gente toma café juntos e depois vamos brincar de alguma coisa mais leve até a hora de a Deborah acordar. Quando ela acorda, a gente já troca de brincadeira: fazemos algo mais agitadinho e partimos para o almoço. Depois, lavamos a louça os três juntos e aí fica um pouco mais calmo: sentamos no sofá e é a hora de a gente se concentrar nas atividades que a escola está mandando para a Maria.

Quando dá umas cinco da tarde, o bicho já está pegando de novo: a gente está pulando no sofá, brincando de vôlei na mesa… Na sequência, é a hora do jantar dela e, a partir daí, é ladeira abaixo (risos). Normalmente, a gente assiste a algum filme juntos ou ficamos ouvindo música. Depois de umas seis e meia não tem mais nada muito agitado para que a gente consiga pelo menos ter alguma sanidade mental, até porque nossa rotina é, basicamente, brincar com a Maria o dia inteiro”, detalha.

Além das dificuldades normais de se enfrentar no cotidiano da quarentena, ter uma criança pequena em casa é um degrau a mais na escala de desafios. “Acho que a maior dificuldade é entender que a criança também está passando por um momento superdifícil. Ela também não está entendendo muita coisa, como a gente também não está. A Maria teve alguns momentos muito atípicos dela, por exemplo, em que a gente quase não reconheceu a nossa filha”, reflete.

A convivência intensa em família, o autor diz que tanto ele quanto Deborah têm repensado a ideia de aumentar a família. “Acho que até a Deborah já está se dissuadindo dessa ideia. É muito difícil. Nós dois somos pais que não aceitamos estar só 90% do tempo com o filho. Quando a gente pode estar, queremos estar 100% com ela”, conta o ator, que afirma também que tem receio da decisão. “Tenho medo da culpa de ter outro filho, sabe? É mais um pratinho para equilibrar… Tem a questão financeira também que a gente não pode esquecer: ter um filho hoje é muito caro. Tudo isso me faz pensar e pisar no freio”, afirma.

Para lidar com a ansiedade devido ao confinamento, Hugo tem recorrido à terapia. “Eu e Deborah temos a mesma terapeuta, que também é astróloga, e consegue fazer consultas online, então tenho conversado com ela para tentar entender o que estou sentindo e quais os motivos de cada sentimento, para poder passar por isso”, conta.

O ator também afirma que as noticias boas também tem ajudado muito a lidar com toda essa situação. “Outra coisa que tem me feito muito bem é ler notícias boas, sabe? Ver vídeos das pessoas cantando juntas nas janelas, saber que o filho que não falava com a mãe voltou a falar por causa da quarentena… Perceber que as pessoas estão realmente se importando com o outro, que estão escolhendo não sair de casa não só para não pegar o vírus, mas também para não transmitir para o outro. Pensar nessas atitudes que estão sendo tomadas em favor de uma humanidade que convive em um planeta só me faz muito bem”, finaliza.

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