Grazi Massafera fala sobre estreia da filha como atriz em filme de Cauã Reymond: “Atua brincando”

A atriz liberou a participação de Sofia, com 8 anos, para que as gravações sejam de forma leve: ‘Eu a estimulo a ser criança, brincando o tempo todo’

Prestes a aparecer na Globo novamente como protagonista “Flor do Caribe”, Grazi Massafera está feliz com a notícia da volta da novela à faixa das 18h, na próxima segunda-feira, 31.

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A atriz lembrou das gravações de Flor do Caribe (Foto: reprodução / Instagram @massafera)

Segundo a coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, a reprise traz lembranças de quando a atriz viajou com a filha, Sofia, ainda pequena, para destinos que serviram de locação para a obra. “A fotografia é encantadora e traz cenários paradisíacos do Rio Grande do Norte. Em tempos de pandemia, é um ótimo programa para entreter a família. Eu guardo alguns objetos dessa época. Durante as gravações, eu ganhei um quadro do J. Passos, câmera da novela. É uma graça e está pendurado na sala da casa da minha mãe (Cleuza Soares). Tenho também uma blusinha de crochê, que é uma recordação da Ester”, conta a atriz.

(Foto: Reprodução/Instagram)

Grazi também se lembra com carinho de Sofia, sua filha com Cauã Reymond, frequentando os bastidores da novela. Recentemente, a menina, de 8 anos, fez sua estreia como atriz. Em breve, ela participará do filme “Pedro”, de Laís Bodansky, protagonizado pelo pai. “Sofia é uma menina, ela atua brincando. Eu a estimulo a ser criança, brincando o tempo todo, criando histórias e personagens”, diz Grazi, sobre a decisão de deixar a filha participar do filme.

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Cauã com a filha Sofia, fruto do relacionamento com Grazi Massafera (Foto: Reprodução / Instagram @cauareymond)

“Flor do Caribe” também mostrava o trabalho de uma ONG que atendia crianças e abordava o tema do bullying: um dos meninos da história sofria com comentários de mau gosto de colegas da escola. Grazi comenta que já passou por episódios parecidos na vida real. “Eu sofria bullying até dentro de casa: do meu irmão, da minha família, porque eu era muito magrela. Me chamavam de Olívia Palito. Já na adolescência, quando eu jogava vôlei, sempre cantavam “Loura burra”, do Gabriel, O Pensador. Foi bem na época em que a música estourou”, conta.

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