Homem é condenado à pena máxima por matar esposa grávida na véspera de Natal: “Será punido nesta vida e depois”

Scott Peterson assassinou em dezembro de 2002 Laci Peterson, que estava grávida do bebê do casal, Conner

Resumo da Notícia

  • Scott Peterson voltou à corte depois de 15 anos
  • Ele foi condenado à prisão perpétua
  • O homem é suspeito de ter assassinado esposa e filho que estava na barriga

Nesta quarta-feira, dia 08 de dezembro, Scott Peterson, de 49 anos de idade, foi condenado à prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional pelo assassinato da esposa, Laci Peterson, e do bebê, Conner, que esperava enquanto grávida de oito meses.

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De acordo com os promotores do caso, Laci Peterson, de 27 anos de idade na época, e o filho do casal, Conner, foram assassinados em dezembro de 2002, cinco anos depois do casamento dela com Peterson. Os investigadores concluíram ainda que o marido largou o corpo da esposa em um cais de Berkeley, na véspera de Natal. Depois da morte, o acusado tentou encobrir o crime fazendo parecer que a mulher havia desaparecido, porém o corpo da gestante foi encontrado nas margens da praia.

Scott assassinou a esposa grávida na véspera de Natal
Scott assassinou a esposa grávida na véspera de Natal (Foto: Reprodução News)

Um júri condenou Scott Peterson por assassinato em 2004 pelas mortes de Laci Peterson e seu filho ainda não nascido. Ele foi condenado à pena de morte no ano seguinte. O norte-americano passou mais de 15 anos no corredor da morte na Califórnia depois de ser considerado culpado pelos jurados da Suprema Corte estadual. Entretanto, a sentença foi anulada no ano passado pelo juiz responsável, que o sentenciou a 15 anos de prisão perpétua pela morte de mãe e filho.

Antes de ser condenado à prisão perpétua, a mãe de Laci Peterson, Sharon Rocha dirigiu-se ao tribunal. “Eu não vi nenhuma tristeza ou nenhum remorso de você. Eu sei que você vai dizer que não tem remorso porque é inocente, mas você não demonstrou qualquer tristeza ou tristeza por nenhum deles”, afirmou ela.

Além dela, a irmã e tia das vítimas também se pronunciou na corte: “Você partiu todos os nossos corações ao tirar a vida de Laci e Conner. Mesmo que a pena de morte tenha sido suspensa, você ainda será punido nesta vida e depois”, concluiu.