Homem tatua carta feita pela mãe encontrada no dia da morte dela: “Eternizar esse amor”

Essa foi a forma que ele encontrou de manter o amor da mãe cravado na pele, mas garante que pretende continuar com seu legado

Resumo da Notícia

  • Homem encontra carta feita pela mãe no dia da morte dela
  • Na carta, ela faz uma homenagem para um dos filhos
  • O filho homenageado, com 56 anos, decidiu tatuar o bilhete
  • Essa foi a primeira tatuagem dele

Ralime Said Assen, de 93 anos, faleceu por causa naturais na última segunda-feira, 23 de agosto, deixando uma grande família, que conta com 15 filhos, 56 netos, 37 bisnetos e 10 tetranetos! Depois da partida, um dos filhos de Ralime se empenhou em procurar alguns documentos da mãe que a família estava precisando. Foi então que foi surpreendido por uma carta que nunca havia visto antes.

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Enquanto mexia na papelada, encontrou o bilhete, escrito há 6 anos. A carta consistia em uma homenagem de aniversário para o irmão, Adelcimar Carvalho, para a comemoração dos 50 anos dele.

Ela deixou uma grande família, que conta com 15 filhos, 56 netos, 37 bisnetos e 10 tetranetos(Foto: Getty Images)

“Hoje está fazendo 50 anos que Deus me presenteou com uma linda criança, que cresceu e tornou-se este filho bom, bom irmão e bom amigo de quem o procura. Que Deus te abençoe e te livre de todos os males. Com votos de felicidades, paz e amor da mãe que te quer muito”, escreveu ela, na carta.

Adelcimar sem dúvidas ficou emocionado ao receber a carta da mãe, depois da morte dela, e decidiu eternizá-la por meio de uma tatuagem. Ele decidiu tatuar o bilhete inteiro, como forma de gravar na pele o amor que tinha pela mãe. Foi assim que, aos 57 anos, o jornalista fez sua primeira tatuagem!

“A primeira ideia era todos os filhos fazerem a assinatura dela no braço, mas o meu irmão que achou a carta disse que se fosse para ele, faria a carta como tatuagem e aí decidi tornar isso real e eternizar esse amor da mamãe por todos nós. Essa carta me marcou muito e me mostra que o amor que sempre tive por ela não era em vão, porque ela tinha um coração muito grande e deu muito amor para as pessoas com quem conviveu e eu sou um dos privilegiados que tive esse amor de mãe, de protetora e zeladora. Então eternizei isso para que todos que convivem comigo lembrem que eu tive, tenho, uma mãe e que ela me marcou muito”,  contou ele, ao G1.

Ele decidiu tatuar a carta (Foto: reprodução G1)

Mesmo com a dor inevitável da perda, o jornalista conta que se sente grato por ter tido Ralime como mãe e garante que, além do registro no próprio corpo, pretende levar o legado dela para sempre.