Irmã da diretora de escola indiciada por suspeita de tortura diz que não maltratava crianças

Fernanda Carolina Rossi Serme, foi presa em Mogi das Cruzes na última segunda-feira e falou com repórteres sobre acusações

Resumo da Notícia

  • Fernanda foi presa no dia 25 de abril
  • Ela disse para os repórteres que nem ela nem a irmã maltratavam as crianças
  • O advogado dela afirma que não enxerga fundamentação na prisão preventiva

Ao ser presa na segunda-feira, dia 25 de abril, Fernanda Carolina Rossi Serme da Silva, de 37 anos, se defendeu e defendeu também à irmã, Roberta Serme, que está foragida há um mês. Dentro da viatura em Mogi das Cruzes, repórteres questionaram ela sobre quem maltratava as crianças, se era ela ou a irmã: “Nenhuma de nós. Isso vai ser provado”, falou Fernanda.

-Publicidade-

Ela, que também é uma das donas da escola, está presa na cadeia de Itaquaquecetuba, onde aguarda audiência de custódia. André Dias, o advogado de defesa das irmãs, afirma que não enxerga nenhuma fundamentação para que fosse decretada a prisão preventiva de Fernanda.

Irmã de diretora de escola infantil que torturava crianças é presa em São Paulo
Irmã de diretora de escola indiciada por suspeita de tortura faz declaração (Foto: Reprodução/G1)

Entenda: Irmã de diretora de escola infantil que torturava crianças é presa em São Paulo

Uma das donas da escola infantil que está sendo acusada de tortura e maus-tratos, foi presa na última segunda-feira. Fernanda Carolina Rossi Serme, foi presa em Mogi das Cruzes pelos policiais da 8° Delegacia Seccional, na semana passada a polícia já havia pedido a prisão preventiva dela, e a Justiça concordou.

Roberta Serme, irmã de Fernanda e diretora da escola, continua foragida. A Justiça decretou a prisão temporária por 30 dias de Roberta em 22 de março, a pedido da polícia. O tempo para cumprir o mandato expirou na última sexta-feira (22), mas próximo do prazo a polícia pediu a prisão preventiva de Roberta e a Justiça aceitou.

Além das irmãs Fernanda e Roberta, a auxiliar de limpeza da creche, Solange da Silva Hernandez, de 55 anos, também já havia sido indiciada anteriormente pela investigação. As três respondem por maus-tratos, tortura, associação criminosa, perigo de vida e constrangimento contra crianças. A polícia não pediu a prisão de Solange, que responde pelos crimes em liberdade.