Jovem admite ter matado própria mãe a tiros nos Estados Unidos mas alega insanidade

David Allan Ohlson, de 18 anos, atirou com uma espingarda na própria mãe em abril deste ano, mas alega insanidade e disse sofrer de diversos transtornos mentais, o jovem está preso nos Estados Unidos

Resumo da Notícia

  • Um jovem de 18 anos atirou na própria mãe em 8 de abril deste ano
  • Nesta semana, o suspeito confessou o crime mas se declarou inocente da acusação
  • David Allan Ohlson alegou insanidade e disse sofrer de diversos transtornos mentais

Um jovem de 18 anos atirou na própria mãe em 8 de abril deste ano, na época o jovem contou que a mãe estava muito afastada, e havia “perdido a empatia” por ele. Nesta semana, o suspeito confessou o crime mas se declarou inocente da acusação de assassinato em segundo grau com a alegação de insanidade.

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Adriana Ohlson, 49, não resistiu ao disparo e morreu. De acordo com a imprensa americana, a advogada de David Allan Ohlson, Sharon Wilson, apresentou uma moção ao tribunal para informar que a defesa trabalha com a tese de insanidade. A moção apresentou cinco justificativas para embasar a estratégia da defesa. O documento afirmou que o acusado tem transtorno psicótico diagnosticado com alucinações e delírios; transtorno de humor; processos mentais gravemente prejudicados; transtorno de adaptação; e controles cognitivos, emocionais e de personalidade reduzidos.

O jovem alegou sofrer de transtornos mentais após atirar na própria mãe
O jovem alegou sofrer de transtornos mentais após atirar na própria mãe (Foto: Reprodução/O Globo)

A defesa de David também listou vários médicos locais como testemunhas no processo. Ele está detido na cadeia do condado de Escambia, sem direito a fiança, desde 8 de abril, data em que atirou e matou a própria mãe. Após ser preso, David afirmou ao xerife do condado de Escambia que “de todas as pessoas que ele planejava atirar, ele não esperava que sua mãe fosse uma delas”.

Aaron Ohlson, que é pai de David, foi quem ligou para a polícia e relatou o tiro. Na ocasião, ele contou que seu filho atirou em sua ex-mulher de forma acidental. Aos investigadores, Aaron explicou que estava separado de Adriana há três semanas. O pai do suspeito também relatou ter recebido um telefonema da vítima para dizer que David estava “com mau comportamento” e, na ocasião, ela falou sobre uma arma.

Ao chegar à residência, Aaron se deparou com a ex-mulher em pé na sala de estar, e seu filho, David, sentado de pernas cruzadas no chão. O suspeito então apontou a arma para o pai e, em seguida, para a mãe. Quando Aaron tentou se aproximar, David disparou contra a vítima e imediatamente largou a espingarda no chão. Quando os agentes chegaram ao local, encontraram Adriana na sala de estar com um ferimento de espingarda no abdômen. Ela foi levada para o hospital onde morreu na cirurgia.