Jovem encontra objetos antigos da Idade dos Metais na Inglaterra

Milly Hardwick, de 13 anos, encontrou 65 objetos antigos enquanto andava pelo campo de Suffolk com o pai utilizando um detector de metais

Resumo da Notícia

  • Jovem encontrou artefatos antigos na Inglaterra
  • Foram 65 objetos e eles tem mais de 3 mil anos
  • Segundo arqueólogos, eles são da Idade dos Metais

Milly Hardwick, de 13 anos, encontrou 65 objetos antigos enquanto andava pelo campo de Suffolk, na Inglaterra, utilizando um detector de metais. Entre eles contém machados de bronze da época da Idade dos Metais, com mais de 3 mil anos. A descoberta está sendo avaliada por arqueólogos do governo.

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“Era minha terceira vez e eu não sabia bem o que estava fazendo”, disse ela em uma entrevista à BBC. “Recebi um sinal e gritei com meu pai e quando ele começou a cavar, ele disse ‘isso pode ser um machado’, e [achei que] ele estava brincando sobre isso”, contou.

Metais antigos são encontrados na Inglaterra
Metais antigos são encontrados na Inglaterra (Foto: Reprodução / Razões Para Acreditar)

Os artefatos podem existir cerca de 1.300 a.C. A jovem, juntamente com o pai, cobriram o local, para que os pesquisadores pudessem avaliar no dia seguinte. Até então, tinham encontrado apenas os primeiros 20 metais.

A jovem afirmou que se receber alguma recompensa pelo ocorrido, gostaria de dividir o valor com o proprietário do local. Ela também confessou, durante a entrevista, que tem o desejo de seguir a carreira de arqueóloga quando terminar a escola.

Garota encontra objetos antigos com o pai
Garota encontra objetos antigos com o pai (Foto: Reprodução / Razões Para Acreditar)

Milly também contou que muitos veículos de notícia do país estão querendo saber mais informações sobre o ocorrido. Ela chegou até ser capa da revista “Searcher”.

“Lembro de um dia, depois do grande achado, que ela saiu para fazer mais detecções. As pessoas a pararam na rua e bateram palmas”, disse a mãe da menina, Claire, à ITV News. “É realmente incrível, né? Algumas pessoas detectam por quarenta, cinquenta anos e não encontram nada parecido”, concluiu.