Mãe carrega filha morta na barriga por 10 semanas para salvar irmã gêmea

Florence Plant foi informada na vigésima quinta semana de gestação que sofria de síndrome da transfusão de gêmeos e precisaria fazer uma escolha

Resumo da Notícia

  • Uma mãe carregou o filho morto no útero por 10 semanas para tentar salvar a vida da irmã gêmea que continuava se desenvolvendo
  • Florence Plant foi informada na vigésima quinta semana de gestação que sofria de síndrome da transfusão de gêmeos
  • Hettie nasceu saudável em dezembro de 2019 e está se preparando para o primeiro aniversário

Uma mãe carregou o filho morto no útero por 10 semanas para tentar salvar a vida da irmã gêmea que continuava se desenvolvendo. Florence Plant foi informada na vigésima quinta semana de gestação que sofria de síndrome da transfusão de gêmeos (TTTS), condição na qual os bebês recebem uma quantidade desigual de suprimento de sangue da placenta.

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A bebê nasceu em dezembro (Foto: Reprodução / The Sun)

Assim, quando foi avisada da condição das filhas, sabia que precisaria escolher entre interromper a gravidez ou continuar carregando as duas na esperança de que a maior sobrevivesse. Em entrevista ao The Sun, Florence explicou a sensação agonizante de carregar vida e morte lado a lado.

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Escolha difícil

A mãe precisou carregar o feto por 10 semanas (Foto: Reprodução / The Sun)

A americana é mãe de primeira viagem e conta que se sentiu desolada quando soube da perda de uma das bebês. “Eles disseram que era praticamente um jogo de espera até que Hettie também morresse. Eu realmente não consegui ver a luz no fim do túnel depois disso”, diz.“Eu sabia que queria continuar com a gravidez, no entanto, meu médico disse que nunca tinha visto um gêmeo sobreviver em casos assim”, explica.

Florence disse: “Saber que carreguei um bebê morto por 10 semanas realmente me confundiu mentalmente. Isso me assombrou o tempo todo. Foi uma tortura. Mas decidimos passar por isso para tentar dar a Hettie a melhor chance de vida que poderíamos”, disse. Felizmente, todo o processo teve um final feliz: Hettie nasceu saudável em dezembro de 2019 e está se preparando para o primeiro aniversário. Um cenário que nem os médicos podiam prever.

Final agridoce

Hettie visita o túmulo da irmã (Foto: Reprodução / The Sun)

“Alguns dias você consegue lidar com a dor melhor do que outros. Em uma tarde foi particularmente difícil quando me sentei para pedir o primeiro cartão de aniversário de Hettie. Eu sabia que se tudo tivesse sido normal eu deveria ter sentado lá pedindo dois cartões para minhas duas meninas. Isso partiu meu coração de novo”, descreveu a mãe.

Embora o luto seja eterno, a mãe comemora a presença de uma das filhas ao seu lado. “Estamos muito gratos por estar comemorando Hettie em seu primeiro aniversário, porque durante grande parte da minha gravidez eu pensei que ia acabar sem bebês, então é incrível chegar a esta ocasião especial, embora desejássemos que sua irmã estivesse aqui também”, finaliza.

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