Mãe de Alice usa experiência em loja com a filha para fazer reflexão

Morgana Secco publicou uma foto da filha, Alice, seguido de um texto reflexivo

Resumo da Notícia

  • Morgana Secco publicou uma foto de Alice seguido de um texto reflexivo
  • Ela afirmou que não costuma comprar roupas e muitos brinquedos para a filha
  • A mãe também ressaltou a maturidade da filha diante de coisas que ela deseja

Morgana Secco, mãe de Alice, sempre usa as redes sociais para compartilhar momentos especiais ao lado da filha e as descobertas que ela tem. Nesta última segunda-feira, 22 de novembro, ela publicou um texto refletindo sobre uma experiência que teve com a menina em uma loja.

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“Nos não temos o hábito de ir em lojas, passear em shoppings. Londres tem tanta opção de coisas para fazer que só entro em lojas quando preciso comprar algo que não encontro mais fácil na internet. Quase sempre compramos on-line, de compras de supermercado a móveis”, começou.

Alice em loja
Morgana Secco publicou uma foto da filha (Foto: Reprodução / Instagram / @morganasecco)

“Também não temos tantas coisas. Até hoje os brinquedos que comprei para a Alice foram bem pontuais, um Mickey quando ela se apaixonou por ele, blocos ou outros jogos que achei que ela iria aproveitar, etc. Maioria dos brinquedos que ela tem foi presente. Eu nunca acho que ela precisa de nada. Acho que no geral a gente não precisa de tanta coisa. Roupa, por exemplo, prefiro ter poucos itens e serem todas roupas que eu amo do que ter um armário lotado que me faz ficar ansiosa com tanta opção (até porque eu sei que só vou usar as favoritas mesmo)”, escreveu.

“Aí quando passamos por uma loja de brinquedos Alice ama. Quer que ver, tocar e brincar com tudo. Lógico, é uma criança curiosa conhecendo o mundo. Eu deixo ela brincar, espero um tempo e direciono ela para dizer tchau para os brinquedos e irmos embora. Ela não pede para levar pq ela ainda não sabe que existe essa opção. Se é fácil agir assim? Nem sempre. As vezes estamos com pressa e ela quer ficar mais tempo, dar um brinquedo resolveria rápido a questão. Mas aí além de provavelmente ter mais um brinquedo esquecido num canto em casa eu teria que lidar com ela querendo comprar os brinquedos nas próximas vezes, então prefiro seguir tendo paciência (ou evitar entrar em lojas com ela)”, continuou.

“Uma hora certamente vai acabar entendo que pode comprar o que tem lá, mas até lá espero que consiga entender que a gente pode achar lindo, brincar e apreciar sem levar para casa. Que a gente tb não precisa ter tudo que vê. Aliás a gente precisa de tão pouca coisa. A vida fica mais leve quando se tem menos e quando a gente entende que precisa de pouco para ser feliz”, concluiu.