Mãe de Cristiano Ronaldo conta sobre susto dos filhos após passar por derrame cerebral: “Tinham medo de me perder”

Dolores, de 66 anos, comentou a fundo nas redes sociais sobre derrame que teve há exatamente 1 ano, no dia 3 de março de 2020

Resumo da Notícia

  • A mãe do Cristiano Ronaldo, Dolores, comentou nas redes sociais sobre derrame que teve há exatamente 1 ano
  • No dia 3 de março de 2020, a mulher correu para o hospital, na Ilha de Madeira, onde nasceu, após derrame cerebral
  • Ela contou sobre o impacto que o ocorrido teve nos filhos

A mãe do Cristiano Ronaldo, de 66 anos, comentou nas redes sociais sobre derrame que teve há exatamente 1 ano. No dia 3 de março de 2020, a mulher correu para o hospital, na Ilha de Madeira, onde nasceu, após derrame cerebral. Depois de 3 semanas internada, a mãe recebeu alta, já que ela havia se recuperado bem e agradeceu ao hospital e equipe médica que a ajudou.

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Só agora que ela levou o caso para as redes sociais, para falar a fundo sobre o que aconteceu e o impacto que o caso teve na família. Na legenda de uma foto dela internada no hospital no Instagram ela escreveu: “Há exatamente um ano eu vi a minha vida quase escorregando entre os meus dedos”.

Mãe do Cristiano Ronaldo, passou por derrame há exatamente 1 ano (Foto: Reprodução/ Instagram)

“E felizmente consegui me prender a uma luz, uma luz que me puxou para cima, que teimosamente insistia que era apenas mais um obstáculo a ser superado e outra história de superação a contar. Nunca falei abertamente sobre o que realmente aconteceu, só porque me recuperei quase 100%, as pessoas pensam que nada aconteceu ou que o susto que dei aos meus filhos e àqueles que realmente me amam foi pequeno”, continuou Dolores.

Dolores, mãe de Cristiano Ronaldo, contou sobre medo dos filhos de perde-la (Foto: Reprodução/ Instagram)

Ela acrescentou: “Fiquei em um leito de hospital, conectada a dezenas de fios e incubada. As horas após o derrame foram uma tortura. Eles não sabiam como eu ia acordar, não sabiam a gravidade, tinham medo de me perder, medo de que eu ficasse deficiente, sem reconhecê-los e com muitas limitações”.

“Acordei algumas horas depois, sem saber o que aconteceu comigo. Olhei para frente e vi meus filhos, em volta da minha cama. Eu estava cercada por máquinas, incapaz de me mover”, concluiu a mãe do jogador, que felizmente se recuperou muito bem do derrame cerebral.