Mãe do filho de Felipe Araújo desabafa sobre teste de DNA após constrangimento

Caroline Marchezi abriu o coração sobre o assunto e contou sobre o momento difícil que passou no hospital, logo após o nascimento de Miguel

Resumo da Notícia

  • Caroline Marchezi fez um desabafo sobre o momento que viveu no hospital
  • Ela abriu o coração após Felipe Araújo ter pedido um teste de DNA
  • A mãe de Miguel ainda falou o motivo da decisão do cantor
  • Ela contou que se sentiu constrangida com a situação
Miguel mora com a mãe em Vitória (Foto: reprodução / Instagram @carolmarchezi)

Caroline Marchezi, mãe do filho de Felipe Araújo, fez um desabafo durante uma entrevista à Antônia Fontenelle, após se sentir constrangida com um teste de DNA. Logo após o nascimento de Miguel, o cantor causou uma confusão sobre o tipo sanguíneo do menino e pediu que a advogada o acompanhasse na maternidade.

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Um dia antes do parto, Caroline contou que o advogado dela havia recebido uma ligação de que a mulher estaria junto à Felipe no momento do nascimento. “Meu advogado me ligou na noite anterior para falar que a advogada do Felipe estaria presente na hora do parto. Ela tinha me faltado ao respeito diversas vezes durante a gravidez. Eu pedi então para meu advogado, que é um amigo de infância, ir para lá também. Minha bolsa estourou, meu filho nasceu sem chorar, não me entregaram ele na hora, foi bem tenso. Na maternidade, ela (a advogada) ficava circulando, colhendo informações com meus familiares e amigos para colocar no processo.

Ela abriu o coração sobre o nascimento do primeiro filho (Foto: reprodução / Instagram @carolmarchezi)

A mãe ainda lembrou de uma situação que a deixou bastante incomodada: “Ela virou para minha vó, uma senhora de 80 anos de idade, e falou: ‘que bom, a senhora pode ajudar a cuidar do Miguel’. No e-mail anterior a ação judicial ela chegou a dizer que eu não precisava de babá e nem de secretária do lar porque eu tinha a minha mãe e minha avó ao meu dispor”.

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No desabafo, Caroline disse que a advogada de Felipe a fez chorar na maternidade por causa do exame de DNA: “Ela me fez chorar porque tinha um fotógrafo, fotografando eu e meu filho e ela pediu que eu não postasse fotos do meu filho até sair o exame de DNA. Ela sempre deixou claro que o Felipe só ia registrar o Miguel depois de feito o DNA e quem é mãe fica agoniada para registrar logo. Mesmo depois de colhido o material para o DNA, eu continuei passando constrangimento, porque o meu sangue é O positivo, o do Miguel é A positivo. E o Felipe achava que o dele era O positivo, mesmo sem nunca ter feito nenhum exame”.

Ainda no relato, a mãe confessou ter se sentido constrangido com o jeito que a olhavam no hospital: “Eu me vi em outro constrangimento, eu percebi os olhares se direcionando a mim de forma maldosa. Mesmo depois de tendo sido colhido o material. Eu então pedi para que fizessem exame de tipo sanguíneo do Felipe e viram que o dele é igual ao do Miguel, A positivo”, concluiu.

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