Mãe e padrasto são presos após simular suicídio de menino de 10 anos

Cauã Almeida Tavares morreu no dia 17 de março, mas os responsáveis foram presos no último sábado, dia 9 de julho. Os dois simularam o suicídio do menino para não serem incriminados

Resumo da Notícia

  • No dia 17 de março, um menino de 10 anos morreu e mãe e padrasto alegavam ter sido suicídio
  • Após investigações, foi comprovado que o menino não se suicidou
  • Os responsáveis foram presos no dia 9 de julho, último sábado

No dia 17 de março de 2022, Cauã Almeida Tavares de apenas 10 anos foi encontrado morto pela mãe e padrasto. Agora, no último sábado, dia 9 de julho, os dois foram presos pela morte da criança.

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Inicialmente, os responsáveis alegaram que o menino havia se suicidado dentro do quarto, com a guia do cachorro. O padrasto disse que Cauã estava pendurado com uma corda no pescoço presa na janela, joelhos dobrados e pés encostados no chão. Contudo, os ferimentos que foram encontradas no corpo do menino indicavam que ele havia sido morto por enforcamento, como lesões causadas por dedos no pescoço, região cervical e nuca, comprovando que Cauã não cometeu suicídio.

Cauã morreu no dia 17 de março e os responsáveis foram presos no último sábado, dia 9 de julho
Cauã morreu no dia 17 de março e os responsáveis foram presos no último sábado, dia 9 de julho (Foto: Reprodução/ TV Globo)

Segundo o programa de televisão “Fantástico” exibido no último domingo, dia 10 de julho, o casal simulou o suicídio do garoto, e também negam as acusações de que mataram o menino. A primeira suspeita dos policiais se iniciou assim que o casal levou a criança para atendimento médico.

As autoridades dizem que a criança foi levada para uma Unidade de Pronto Atendimento em São Gonçalo, localizada longe da casa da família, enquanto a UPA Manilha era bem mais perto. O padrasto também disse ter encontrado a criança com vida, enquanto os médicos afirmam que Cauã já estava morto quando chegou na UPA.