Mãe economiza cerca de R$ 50 mil para rever filha e é impedida pela escola por conta do passado

Kerensa Robertson, ex-alcoólatra e mãe de Delphi, fez um planejamento econômico para poder reencontrar a filha em um feriado considerado especial para a família, e teve o pedido negado por parte da escola da menina

Resumo da Notícia

  • Kerensa Robertson, que possui problemas com alcoolismo, esteve afastada de Delphi durante parte da infância da menina
  • A mãe ficou sóbria por 29 meses e planejou aproveitar um feriado especial na Tailândia, durante o período de três semanas, junto da filha
  • Porém, a escola da menina negou a permissão, o que, segundo Kerensa, estabeleceu uma quebra de expectativa enorme

Uma mãe, de 48 anos, vivenciou momentos de frustração diante da escola da própria filha, uma criança de 10 anos. Na cidade de Essex, em Massachusetts, a mãe pediu permissão da escola para realizar uma viagem de três semanas, com a filha, pela Tailândia. Entretanto, o pedido foi negado com base no histórico de alcoolismo vivenciado por Kerensa Robertson, que iniciou o uso de bebidas aos 13 anos e, por isso, aos olhos da instituição, não foi considerada uma pessoa confiável.

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Escola recusa o pedido de mãe para viajar com a filha por três semanas
Escola recusa o pedido de mãe para viajar com a filha por três semanas (Foto: Getty Images)

Kerensa economizou aproximadamente 10 mil dólares, cerca de R$ 51 mil, e ficou 29 meses longe de bebidas. Ao solicitar a ausência da filha na escola pelas semanas seguintes, garantiu que estar com a menina durante o feriado possibilitaria um viés de reconexão muito importante entre as duas, e também garantiu que a estadia na Tailândia seria mais educacional que a própria escola. A resposta da instituição permaneceu sendo negativa.

A mãe ignorou o pedido negado que obteve e fez com que a viagem acontecesse de forma independente. Além disso, quando entrevistada pela revista britânica The Mirror, a mulher fez várias alegações em que reforçou a própria opinião de que a escola excedeu o poder mediante a família. Dentre as afirmações, garantiu: “A escola não dita para mim o que fazer com a minha menina” e “Educação não é o confinamento em uma sala de aula de quatro paredes. Ela aprendeu mais em três semanas na Tailândia comigo do que ela aprendeu na escola durante o ano inteiro”.

Durante a viagem, mãe e filha visitaram templos, fizeram passeios pelas ilhas, visitaram santuários de elefantes, e fizeram da experiência memorável. Após o retorno, Kerensa garantiu que estar sóbria foi a melhor decisão que ela já fez e que, agora, se sente capaz de ajudar outras pessoas a perceber como a vida pode ser maravilhosa sem o uso da bebida.