Mãe enfrenta faculdade após proibição para levar o filho as aulas: “Senti que não era aceita”

A estudante, Janine, ignorou a decisão da universidade de não poder levar o filho para aula e ficou com medo de ser até expulsa do local

Resumo da Notícia

  • Janine engravidou e decidiu não trancar o curso da universidade
  • Após o nascimento do filho, Janine pediu para instituição, para levar o garoto
  • Mesmo com resposta negativa, ela enfrentou a faculdade e foi para as aulas

Janine Adamson, de 34 anos gerou discussão em redes sociais após ignorar a proibição da universidade em relação ao filho dela. A inglesa queria levar o filho de 10 anos para sala de aula. Acontece que a mulher de Southampton, engravidou enquanto estava fazendo faculdade de psicologia forense na Universidade Solent, mas decidiu que não iria parar de trabalhar.

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Após o nascimento, quando a criança tinha semanas de vida, Janine perguntou para a universidade de poderia levar a criança para aula, mas foi informado que aquela atitude séria ‘inadequada’. Então, a mãe tomou a decisão de ignorar o posicionamento da Universidade e Tommy (filho de Janine) começou a ir para as aulas com ela.

Janine tem outros dois filhos, Bradley, de 16 anos, e Maizie, de 11. Ela já interrompeu o curso da faculdade uma vez para cuidar dos filhos e decidiu que na terceira gestação, não faria isso. “Tommy é meu bebê e o quero por perto” disse a mulher em um vídeo no tiktok que viralizou.

Janine viralizou no tiktok contando a história
Janine viralizou no tiktok contando a história (Foto: Reprodução/ Tiktok)

“Não quero comprometer o vínculo com meu filho comigo porque continuo estudando. Estou tentando equilibrar tudo” disse a mulher. Ela também falou que teve medo de ser ‘expulsa do curso’ por ir de frente com a decisão da instituição.

Ela falou que tinha muito medo no início, “No começo eu senti que não era aceita lá (na sala de aula) e que qualquer barulhinho dele faria com que eu fosse expulsa” disse ao Daily Mail.

“Quando Tommy completou dois meses, começou a ficar muito mais acordado durante as aulas, mas como eu já estava nesse esquema há algum tempo, me senti mais confortável e à vontade para ficar com ele na sala. No entanto, não é o mesmo que antes. Me sinto muito isolada. Meus amigos não são mais os mesmos. Sento sozinho e faço minhas coisas porque minha prioridade é o Tommy agora. E estou bem com isso”, seguiu Janine.

A decisão da mulher gerou discussões a respeito
A decisão da mulher gerou discussões a respeito (Foto: Reprodução/ Facebook)

Na internet, ela disse sobre o sentimento que tinha em relação a universidade: “Senti que a universidade queria me expulsar quando contrariei a orientação enviada por e-mail pelos diretores, mas como não há uma política clara em vigor sobre esse tema, foram obrigados a aceitar que eu leve o Tommy, Perguntei aos meus professores se eles tinham algum problema com a presença do meu filho e a grande maioria disse que estava tudo bem. Um deles, porém, afirmou que não era justo com os outros alunos. Quando ele me disse isso simplesmente desabei em lágrimas e pensei que todo meu trabalho duro havia sido desperdiçado. Mas outros estudantes intervieram e eu consegui continuar assistindo as aulas”.

A universidade além de proibir que Janine frequentasse as aulas, recomendou que ela trancasse o curso por um ano após a criança nascer: “Já adiei minha vida e não quero fazer isso de novo. Não pedi à universidade para me apoiar de qualquer outra além de me deixar seguir em frente com o curso. Só quero colocar meu bebê no sling e assistir as aulas”.