Mãe faz alerta após filho sofrer acidente grave de carro: “Use a cadeirinha certa”

Zoe Ten Broek contou nas redes sociais que estava levando Jax para a casa dos avós quando o veículo se descontrolou. O menino teve uma fratura no crânio, um sangramento cerebral e um ligamento rompido no pescoço; ferimentos que podiam ser menores de a cadeirinha estivesse voltada para trás

Resumo da Notícia

  • Uma mãe da Austrália fez um alerta para outras famílias após seu filho de 11 meses sofrer ferimentos graves em um acidente de carro
  • Zoe Ten Broek contou que estava levando Jax para a casa dos avós quando o veículo se descontrolou.
  • O menino teve uma fratura no crânio, um sangramento cerebral e um ligamento rompido no pescoço; ferimentos que podiam ser menores de a cadeirinha do bebê estivesse voltada para trás

Uma mãe da Austrália fez um alerta para outras famílias após seu filho de 11 meses sofrer ferimentos graves em um acidente de carro. Zoe Ten Broek contou que estava levando Jax para a casa dos avós quando o veículo se descontrolou. O menino teve uma fratura no crânio, um sangramento cerebral e um ligamento rompido no pescoço; ferimentos que podiam ser menores de a cadeirinha do bebê estivesse voltada para trás.

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Jaz ficou 1 mês internado (foto: Reprodução / Instagram)

“Um mês atrás, coloquei Jax na sua cadeirinha e comecei a fazer meu caminho para a casa dos meus pais, assim como fiz tantas vezes no passado. Embora desta vez nunca tenhamos chegado lá. Em vez disso, a próxima coisa que me lembro foi de homens me colocando em uma ambulância e me dizendo que eu tinha sofrido um acidente ”, Zoe escreveu no Instagram.

A equipe de emergência contou que Jax havia sido encaminhado para o Hospital Infantil Royal de helicóptero e que a mãe só poderia visitá-lo no dia seguinte. “Nada poderia ter me preparado para ver meu menino naquela cama enorme com tantos tubos e fios por toda parte.Ele teve uma fratura no crânio, um sangramento cerebral, altas pressões no cérebro e um ligamento rompido no pescoço. Foi uma coisa terrível para processar, eu não tinha nenhuma memória do que aconteceu e de repente eu poderia perder meu filho”, Zoe admitiu.

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Zoe alertou outras mães sobre a situação (foto: Reprodução / Instagram)

Felizmente, o bebê se recuperou após passar por quatro cirurgias e ficar cerca de 1 mês internado. Depois do acidente, que a mãe diz assombrar a família até hoje, ela usou as redes sociais para alertar sobre como o filho teve “sorte” e como a cadeirinha posicionada no lugar certo poderia ter evitado tanta dor.

“Você sabia que se a cadeirinha do seu filho estivesse voltada para a frente e você sofresse um acidente, o pescoço dele seria atingido com a força de 180 kg – 220 kg? E, se ela estiver voltados para trás, essa força seria de 40 kg – 60 kg? Use a cadeirinha certa”, ela explicou. “E eu espero que, ao compartilhar nossa história, isso possa convencer algumas pessoas a se virar para trás o máximo possível”, finalizou.

Nova lei da cadeirinha: entenda o que muda e a importância para a segurança do seu filho

Com a Semana Nacional do Trânsito, a Câmara dos Deputados aprovou o texto do Novo Código Nacional de Trânsito. Um dos principais pontos do projeto é a classificação “gravíssima” para condutores que não usarem a cadeirinha no transporte de crianças. A expectativa é de que presidente sancione o projeto até a próxima sexta-feira. A partir da respectiva publicação no Diário Oficial da União, as novas regras passam a vigorar no prazo de 180 dias.

(Foto: Getty Images)

De acordo com o documento, o equipamento será obrigatório para crianças menores de 10 anos, ou que ainda não atingiram 1,45 m de altura. No Brasil, o trânsito ainda é a principal causa de morte acidental dos zero aos 14 anos. Em média, cerca de três crianças vêm à óbito diariamente, sendo apenas em 2018, 534 mortes por este tipo de acidente, segundo o Ministério da Saúde.

Quando o assunto é andar de carro com as crianças, o acessório é indispensável. Para cada idade, é exigido um item e modelo diferente, que você precisa ficar de olho! No caso de crianças até 13 kg, os pais devem optar pelo bebê-conforto, virado para o vidro traseiro e de costas para o banco do passageiro. A partir dos 14 kg, a cadeira precisa de ainda mais segurança, sendo posicionada virada para a frente do veículo. Dos 15 aos 36 kg, é recomendado o uso do assento elevado.

Ainda para manter a segurança do seu filho, Gabriela Freitas, gerente-executiva da ONG Criança Segura recomenda que o cinto de todas as cadeiras deve ter um dedo de folga. Dessa maneira, ele não aperta demais e garante a segurança da criança.

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