Mãe fica 42 horas em trabalho de parto e sofre 3 lacerações: “Não consegui sentar por 2 meses”

Misha Clarke, de 21 anos, descreveu o doloroso processo de dar à luz ao filho caçula, Cade. A americana também sofreu com depressão pós-parto

Resumo da Notícia

  • Misha Clarke, de 21 anos, ficou 42 horas em trabalho de parto
  • A americana sofreu com laceração de terceiro grau durante o nascimento do primeiro filho, Cade
  • Depois do processo, ela ainda desenvolveu uma depressão pós-parto

O momento de dar à luz traz um mix de emoções que só as mães conhecem. Misha Clarke, de 21 anos, ficou 42 horas em trabalho de parto e sofreu com laceração de terceiro grau durante o nascimento do primeiro filho, Cade. Depois do processo, a dor que ficou foi tão grande que tudo isso ainda se seguiu a uma depressão pós-parto.

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Misha ficou 42 horas em trabalho de parto (Foto: Arquivo pessoal)

“Eu estava nervosa antes do nascimento, pois estava ciente de todos os cenários. E embora eu tenha me ensinado sobre isso, quando minha bolsa estourou eu ainda não me sentia mentalmente preparada”, contou Misha ao The Sun. “O parto foi natural, mas sofri uma laceração de terceiro grau severa no meu períneo, bem como várias lacerações profundas na parede vaginal e nos lábios vaginais. Tive de receber sete pontos no total para reparar o meu períneo e lembro de ter pensado que parecia que a parteira estava costurando um cobertor!”, descreve a mulher.

A mãe sofreu com 3 lacerações (Foto: Arquivo pessoal)

Segundo a americana, ela já tinha ouvido falar de lacerações e tentou prevenir com massagens na área, mas como o marido havia viajado nas últimas semanas de gestação, ela acabou deixando para lá. “Por causa dos rasgos tive muitas dores por cerca de três meses após o nascimento. A dor era tão forte que mal conseguia sentar ou andar sem ficar com agonia”, disse ela.

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Depois dos traumas físicos, Misha infelizmente ainda desenvolveu um quadro de depressão pós-parto. “Quase me sinto envergonhada por me sentir assim quando fui abençoada com um menino saudável. Mas é algo, infelizmente, com que algumas mães têm que lidar e não deveria ser um tabu”, explica a americana. “Toda a experiência teve um impacto significativo na qualidade da minha vida até que finalmente comecei a me curar”, completa. Depois da experiência, Misha ainda teve mais um filho – o último, segundo ela.

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