Mano Walter sobre paternidade: “Tinha medo de não conseguir acompanhar a gestação”

Cantor comentou como tem sentido saudade dos palcos, mas vem aproveitando a agenda livre para acompanhar a gestação de seu primeiro filho

Resumo da Notícia

Eles estão ansiosos para conhecerem o filho José (Foto: Reprodução/Instagram @mano_walter)

Com o nascimento previsto para agosto, Mano Walter e Débora Silva estão ansiosos para conhecerem o filho José. Cumprindo a quarentena em casa, em Maceió, e saindo apenas para realizar as ultrassons de pré-natal, o casal contou para o  como tem sido este momento de isolamento social longe da família.

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Na rotina da casa, a parceria vem em primeiro lugar, o casal contou que o relacionamento amadureceu muito na quarentena e estão conseguindo respeitar, cada vez mais, a individualidade de cada um: “O amor é como uma plantinha, se você não regar, ela morre. Então todos os dias a gente rega, seja com uma palavra de carinho, seja com um abraço, um beijo roubado e é isso que a gente tem feito na quarentena. Somos muito parceiros! Eu já vinha convivendo com Walter nas viagens, mas em casa a gente convive 24 horas. Sabemos que temos que ter paciência um com o outro, respeitar os limites. Além do respeito como casal, respeitar a individualidade de cada um”, diz a futura mãe ao Gshow.

O cantor comentou como tem sentido saudade dos palcos, mas vem aproveitando a agenda livre para acompanhar a gestação do primeiro filho. “Nossa rotina mudou bastante. São 25 shows num mês. Em junho, por exemplo, são todos os dias. Nessa época do São João a saudade dos palcos é maior. É correndo todo tempo. E agora é totalmente ao contrário. Só saindo para ir na ultrassom, ir ao médico. Estou podendo acompanhar a gestação da Débora. Porque se tivesse na vida normal, eu não teria como. E eu estou podendo ver o José chutar, o crescimento da barriga, todas as coisas que a grávida passa”, conta Mano e completa: “Eu canto pro José todos os dias e rezo com ele, então é muito gostoso. Eu tinha medo de não poder acompanhar a gestação do meu filho”, diz o cantor.

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A rotina da casa mudou bastante, mas o casal já se adaptou. “Dispensamos todos nossos funcionários já faz um tempo. Estamos 100% em casa de quarentena. Eu faço café da manhã, almoço e janta e o Walter me ajuda na limpeza e a lavar a louça. A gente reveza para dar uma geral na casa. O Walter tem sido um companheirão. A gente já se adaptou e está no automático”, explica Débora.

Sobre estar grávida na quarentena, Débora desabafa que foi difícil no começo, pois sentiu muita falta da mãe, que mora em Rio Negrinhos, Santa Catarina. Ela explicou que fica aliviada pela família estar bem e segura em casa, mas gostaria de estar compartilhando este momento ao lado deles. “A gestação para mulher é muito especial por ser um momento único em estarmos gerando um filho. Eu gostaria muito de estar com a minha família aqui. A gente, que é mulher, gosta de estar sempre com a mãe perto, então imagine no momento de uma gestação? E eu não estou tendo essa oportunidade. Como meus pais moram em Santa Catarina, eu já estou há quase 6 meses sem vê-los… Fico um pouco triste”, contou.

Com ritmo de vida desacelerado, Mano e Débora resgataram hobbies antigos. O cantor não pintava há 20 anos, mas resolveu se aventurar nas tintas e telas novamente. Já Débora, que é formada em Design de Moda, voltou a costurar e já fez algumas peças para o pequeno José. “Walter já fez vários quadros e o último quadro que ele tinha feito tinha sido nos anos 2000. Ele resolveu fazer um quadro de um cavalo, que tá ficando a coisa mais linda. E eu resolvi costurar, então já preparei alguma coisas pro José. Já fiz almofada de amamentação, fraldinha de boca e, de vez em quando, faço máscaras para gente usar aqui em casa. A gente sempre busca coisas para alimentar nossa mente na quarentena, porque isso é o mais importante. Manter a mente ativa”, alertou.

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