Marcella Fogaça faz desabafo sobre ansiedade de separação e como trabalha isso com as filhas

A cantora é mãe de Pietra e Sophia frutos do relacionamento com Joaquim Lopes

Resumo da Notícia

  • Marcella Fogaça usou as redes sociais para refletir sobre a maternidade
  • Ela falou sobre ser importante para as filhas
  • A cantora é mãe de Pietra e Sophia

A cantora e compositora, Marcella Fogaça, mãe das gêmeas Sophia e Pietra, costuma compartilhar a rotina com a família nas redes sociais, além de textos cheios de amor! Nesta última terça-feira, 11 de janeiro, ela abriu o coração sobre a maternidade real.

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“Ansiedade de separação”, começou escrevendo ela na legenda do post. “Cena 1: Pietra de madrugada acordando o tempo todo, chorando e só parando colada em mim. E no dia seguinte, Sophia fazendo a mesma coisa”, contou.

Marcella Fogaça fala sobre maternidade real
Marcella Fogaça fala sobre maternidade real (Foto: Reprodução / Instagram / @marcellafogaca)

“Cena 2: saio pra ir ao banheiro e as duas caem num choro incontrolável, volto correndo subindo as calças pegando elas no colo ao mesmo tempo. (Aliás foi quando Sophia pela primeira vez tirou a chupeta da boca da Pietra e chupou. Foi fofo)”, continuou.

“Cena 3: Hora da soneca. Pietra chora no meu colo enquanto levam Sophia pra sala esticando os braços pra mim em lágrimas, gritando. E eu me despedaço ao meio de novo e de novo. As duas desesperadamente me querem. Meu colo, minha presença. E eu sou apenas uma e tbm ainda sou eu! Depois de me observar esses dias, resolvi sair desse sofrimento. (sim, tudo começa com uma decisão e depois um plano)”, disse.

1- DORMIR! Com privação de sono ngm consegue ser sensata. 2- Conversei sério com elas. Olhando nos olhinhos, explicando todo meu amor inexplicável e as leis da física. 3- Estou fazendo curtos testes de tolerância comigo e com elas”, afirmou.

“Deixei as duas com a minha rede de apoio (sim, sei q estou falando de um lugar de privilégio que muitas mães não tem) e subi pro escritório. Choraram. MUITO. Eu também chorei muito. E aí, depois de eternos 5 minutos pararam e começaram a brincar. Um misto de alívio e dor me invadiu. Alívio delas terem ficado bem, e dor que vem desse Ego besta falando baixinho: tá vendo? Vc não é tão indispensável assim. Mandei ele logo se calar e racionalizei (sim, temos que fazer isso pq maternar é emoção viceral que nos engole)”, ressaltou.

“Não é sobre ser indispensável. É sobre ser o possível e não colocar em nós a pressão de perseguir o impossível, a perfeição. E eu já escrevi isso aqui antes, mas acho que é um pensamento q temos que repetir pra sempre. Ser a mãe possível. Esse processo da ansiedade é do crescimento delas. E quando as crias crescem, nós tbm crescemos. E crescer dói mesmo. E por último voltei a repetir o mantra dos primeiros meses: TUDO passa. Que bom. E que pena. Eu me recolhi e me acolhi. E elas sentiram isso, eu sei. Vejo refletido nelas”, concluiu.