Marina Ruy Barbosa abre coração sobre pandemia: “Minha família é minha fortaleza”

A atriz, que costuma ser bastante discreta em relação à vida pessoal, também comentou sobre a inspiração da mãe, Gioconda, nas peças do guarda-roupa

Resumo da Notícia

  • Marina Ruy Barbosa falou sobre a relação com a família
  • A atriz, que lançou uma marca de roupa na pandemia, comentou sobre a inspiração na mãe, Gioconda
  • A marca Ginger completou um ano de lançamento em julho de 2021

Marina Ruy Barbosa costuma ser bastante discreta em relação à vida pessoal nas redes sociais. Mas recentemente ela contou mais detalhes sobre a relação com a família e a importância da rede de apoio durante o período de pandemia e isolamento social.

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Marina Ruy Barbosa comentou que a família foi uma grande rede de apoio durante o período de pandemia (Foto: Reprodução/ Instagram / @marinaruybarbosa)

“Minha família é minha fortaleza e meu porto seguro”, explicou ela em entrevista à Quem. A atriz é filha de Gioconda e Paulo Ruy Barbosa, ambos empresários. Aos 26 anos de idade, Marina também falou sobre a paixão por moda e o lado empreendedor, como criadora da marca de roupa Ginger, que completou um ano de vida em julho de 2021, com pelas inspiradas nos anos 50, 70 e 90, além da “fluidez do esporte”.

“Tenho diversas peças vintage. Quem me conhece sabe que eu adoro fazer um bom garimpo em brechós e também guardo peças lindas que eram da minha mãe. Nós duas adoramos fazer o uso inteligente de peças e promover um consumo mais consciente. Inclusive, ela te uma brechó de peças originais novas e seminovas, chamado Preloved Fashion”, disse.

Além de citar a família como rede de apoio durante o período de isolamento social, ela ressaltou alguns amigos próximos, mesmo de forma remota. “Meus pais, como sempre, se destacam nessa frente – o apoio e carinho deles nesse momento foi fundamental para manter minha sanidade mental“, completou.

Marina ainda falou sobre a próxima coleção da marca “Patinadora” e também comentou que não costuma dar pitaco nos figurinos das próprias personagens, apenas se solicitada a opinião. “Tenho muito respeito pelo trabalho dos figurinistas, stylists e da equipe envolvida na construção do personagens. Meu papel ali é outro: dar vida a uma história e a uma pessoa”, justificou.