Médicos temem que Brasil não volte ao normal antes de agosto e fazem alerta sobre quarentena

O Ministério da Saúde informou que o pico de coronavírus aconteça no país apenas em junho, começando assim a diminuição dos casos a partir do mês seguinte

Resumo da Notícia

  • As autoridades reforçaram a importância da quarentena
  • A previsão é de que o Brasil atinja o pico apenas em junho
  • O Ministério da Saúde prevê que o número de casos comece a diminuir em agosto
  • O primeiro caso no país aconteceu há 50 dias
A situação pode se normalizar daqui quatro meses (Foto: Getty Images)

Desde o primeiro caso confirmado de coronavírus no Brasil, 50 dias se passaram. No entanto, o Ministério da Saúde e especialistas, afirmam que a situação irá piorar até o mês de junho. Algumas projeções otimistas imaginam que a doença fique sob controle só em agosto, daqui quatro meses.

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Na última semana, o Ministério disse que o pico da doença pode acontecer no início de junho, com o aumento acelerado dos casos. Depois disso, em duas semanas, o número de pessoas contaminadas iria diminuir. Os prazos da projeção de controle de covid-19 podem acontecer na primeira semana de agosto, batendo assim com a previsão de Luiz Henrique Mandetta.

Já fazem 50 dias do primeiro caso confirmado no Brasil (Foto: Getty Images)

“Em agosto ou setembro a gente deve estar voltando [à normalidade], desde que seja construída a imunidade de mais de 50% das pessoas”, afirmou o ministro, que também é médico. Os especialistas, ouvidos pelo Uol, explicam que a previsões ainda são achismos, mas torcem para tudo dar certo e a pandemia passar logo.

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“Pode ser junho mesmo, mas por enquanto é na base do ‘achômetro’. A situação ainda não se desenhou completamente no Brasil“, afirma Marcos Boulos, da Superintendência de Controle de Endemias de São Paulo (SUCEN). Já Jean Gorinchteyn, médico do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo, faz um alerta: “O grande problema seria abrir as portas, relaxar a quarentena, porque neste caso muita gente ficaria doente e muita gente morreria nos próximos dois meses”.

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