Medidas de segurança contra a covid-19 chegam ao fim em SP: veja o que muda

Nesta terça-feira, 17 de agosto, o horário de funcionamento de comércios, bem como a capacidade de lotação deles, volta ao normal – apesar disso, o uso de máscara ainda é obrigatório

Resumo da Notícia

  • Nesta terça-feira, 17 de agosto, o horário de funcionamento de comércios, bem como a capacidade de lotação deles, volta ao normal
  • O uso de máscara ainda é obrigatório
  • Entenda o que muda com a decisão

Nesta terça-feira, 17 de agosto, as medidas de restrições tomadas no início de 2020, com a pandemia do novo coronavírus, chegam ao fim. Foram quase 1 ano e 5 meses em quarentena, com redução do horário de comércios e minimização da lotação de espaços.

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O governador João Dória foi quem autorizou o estado de São Paulo a voltar à rotina antes da pandemia – mesmo que a maior parte da população ainda não esteja completamente vacinada contra a covid-19. Na última segunda-feira, 16 de agosto, se iniciou a campanha de vacinação de jovens de 12 a 17 anos com o imunizante da Pfizer.

O que muda a partir de agora

Com a mudança nas medidas protetivas contra a covid-19, a partir desta terça os comércios e serviços de todos os setores econômicos não precisam mais lidar com limites de horário para funcionarem e também não contam mais com limitações de capacidade de ocupação do público.

Medidas de segurança contra a covid-19 são suspensas (Foto: Shutterstock)

Apesar disso, ainda há a recomendação de evitar aglomerações, assim como o uso contínuo de máscaras ainda é obrigatório. Higienizar bem as mãos também é extremamente necessário para impedir contaminação e disseminação do vírus – ainda mais com a variante Delta em alta.

Além disso, eventos sociais, culturais e feiras corporativas com controle de público também estão liberados. A partir de 1º de novembro, devem ser autorizados show com público em pé, pistas de danças e torcidas em estádios de futebol. Ainda que a flexibilização valha para todos os municípios do estado, seis do ABC paulista vão manter regras mais rígidas para impedir o aumento da disseminação e contágio pelo vírus.