Menina de 9 anos perde três avós para o coronavírus em um mês: “Não é algo que uma criança deva passar”

Andy Leaman, de 42 anos de idade, mora na Escócia e contou que a filha não consegue entender como os avós foram embora tão rápido

Resumo da Notícia

  • Andy Leaman tem 42 anos de idade
  • Ele mora na Escócia e falou sobre a situação complicada que a família está enfrentando
  • O homem, que é pai da menina Anna de 9 anos, perdeu os pais e o sogro para o novo coronavírus
Anna e a família (Foto: Reprodução / Daily Mail)

Andy Leaman, de 42 anos de idade, mora na Escócia e contou durante uma entrevista ao Daily Mail sobre a situação complicada que a família está enfrentando. Ele, que é pai da menina Anna de 9 anos, perdeu os pais e o sogro para o novo coronavírus.

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O homem contou que os três desenvolveram o vírus após uma reunião de família, antes da quarentena. Eles morreram no intervalo de 1 mês. Primeiro o sogro, Dougie, faleceu e em seguida seus pais.

“Quando perdemos o contato com Dougie e ele foi colocado em um ventilador na UTI é que realmente entendemos a gravidade. Embora ele tivesse outras condições de saúde, era uma pessoa realmente em forma, que gostava de caminhadas nas montanhas. Mas foi tão rápido, tão rápido, que o pegou de surpresa. Quando minha mãe e meu pai começaram a mostrar sintomas, eu meio que me preparei, pois Dougie havia morrido e minha mãe estava muito doente. Mas não poder vê-los ou estar em casa com eles, foi muito, muito difícil. Minha mãe morreu em casa porque não queria ficar sozinha no hospital. Era obviamente devastador para o meu pai, sozinho, ter visto minha mãe morrer em casa. Foi difícil e surreal. Mas, então, tivemos esperança, pois, após as duas mortes, pelo menos meu pai estava de volta em casa. No entanto, ele foi levado ao hospital e ninguém pode ficar com ele. Ele teve que sofrer sozinho e nem consigo imaginar como isso deve ter sido”, desabafou.

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Ele ainda falou que a filha não consegue entender como os avós foram embora tão rápido. “Não é algo que uma criança de 9 anos deva passar. Já é ruim o suficiente, mas ter três em quatro semanas é demais. Temos uma família muito pequena, mas muito próxima. Esse era o nosso mundo e agora são três a menos. As pessoas não percebem a menos que isso afete alguém que elas conheçam. Mas é real. Essas diretrizes definidas precisam ser seguidas. Não queremos que ninguém passe pelo que tivemos que passar”, concluiu.

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