Menina não consegue mais se mover, falar e comer após se afogar em piscina de casa

Pérola Trentin Luciano, de 3 anos, ficou uma hora sem respirar antes de ser encontrada pela mãe. Por causa do tempo sem oxigênio, a menina ficou com graves sequelas

Resumo da Notícia

  •  Pérola Tretin Luciano, de 3 anos,  se afogou durante uma brincadeira na piscina e passou uma hora sem respirar
  • Por causa do tempo sem oxigênio, ela  sofreu graves sequelas neurológicas
  • Hoje, os pais lutam para pagar o tratamento da criança, que fica cerca de 10 mil reais por mês

A vida de Pérola Tretin Luciano, de 3 anos, deu uma reviravolta há dois meses, quando a menina se afogou durante uma brincadeira na piscina e passou uma hora sem respirar. Por causa do tempo sem oxigênio, a “joia da família”, como chamam os parentes, sofreu graves sequelas neurológicas. Hoje, os pais lutam para pagar o tratamento da criança, que fica cerca de 10 mil reais por mês.

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Pérola ficou uma hora sem respirar (Foto: Reprodução / G1)

O acidente, que aconteceu em agosto, pegou a família de surpresa. Em entrevista ao G1, eles contam que Pérola foi encontrada pela mãe na piscina do quintal, durante uma reunião entre os parentes. Ela foi imediatamente levada para o pronto-socorro, mas as consequências foram inevitáveis. A criança perdeu os movimentos do corpo, a fala, precisa de uma sonda para se alimentar e de uma cânula para respirar.

O tratamento fica em 10 mil reais por mês (Foto: Reprodução / G1)

“Ela não se mexe, não anda e não fala, mas é consciente e reage a tudo que fazemos ou falamos. Fazemos o tratamento com ela para que possa voltar a ser a criança alegre que sempre foi”, conta Guilherme Machado, irmão de Pérola.

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O acidente aconteceu em agosto (Foto: Reprodução / G1)

Como a menina precisa de vários medicamentos e fisioterapia para manter o funcionamento do corpo, a família iniciou uma campanha nas redes sociais para arrecadar doações e continuar provendo o tratamento de 10 mil reais por mês. “Também queremos deixar essa mensagem de alerta para os pais. Foi o pior dia de nossas vidas e podíamos ter perdido a Pérola”, completa Guilherme.

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