Menino com poliomielite dá os primeiros passos aos 13 anos após doação de ONG

Luan Pereira da Silva, 13, foi diagnosticado quando pequeno com a doença e desde então não conseguia andar porém uma Organização se dispôs a comprar equipamentos necessários para ajudá-lo

Resumo da Notícia

  • Luan Pereira da Silva, 13, foi diagnosticado com poliomielite quando pequeno e não consegue mais andar
  • A mãe conseguiu uma vaquinha com uma ONG na Zona Norte de São Paulo
  • A ONG conseguiu arrecadar dinheiro para comprar as órteses que auxiliariam Luan a ficar de pé

Luan Pereira da Silva, 13, mora no bairro Jardim Antártica, na Zona Norte de São Paulo. Quando pequeno foi diagnosticado com poliomielite, mais conhecida como paralisia infantil. Mas há dois anos uma mobilização de pessoas gentis fez com que o menino encontrasse um novo propósito pra vida: voltar a andar.

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Para conseguir o apoio necessário para ficar de pé, Luan precisaria de órteses, um dispositivo ortopédico que funciona como suporte para a sustentação do corpo, feito sob medida e com um preço alto. Esse equipamento consegue ser encontrado em lojas ortopédicas ou em mercados onlines.

A mãe de Luan, Elsa Silva, era voluntária em uma ONG chamada ‘Viva ZN’, e quando contou para eles sobre as órteses, o grupo conseguiu fazer uma vaquinha e arrecadar R$1 mil, organizada pela Brenda Janeiro, coordenadora da instituição, com outras pessoas voluntárias.

Luan interrompeu as sessões de fisioterapia após a pandemia
Luan interrompeu as sessões de fisioterapia após a pandemia (Foto: Reprodução/Razões para Acreditar)

Infelizmente o valor não era o suficiente para comprar o equipamento, porém explicaram para o vendedor a situação e ele abaixou o preço fazendo com que a família conseguisse comprar. Luan começou a fazer sessões de fisioterapia em um hospital universitário.

Com o início da pandemia, o menino não conseguiu continuar com as sessões de fisioterapia, por isso o desenvolvimento físico e emocional de Luan foram interrompidos. Agora a família está em busca de um profissional que possa atender na residência dele, para que ele possa continuar se desenvolvendo.

Se você conhece alguém ou gostaria de se candidatar para ajudar Luan com as sessões de fisioterapia é só clicar aqui! “Para mim, as pessoas da Viva ZN são como uma família: me sinto muito bem com elas e só tenho a agradecer todo o apoio que dão ao Luan”, conta Elsa, que chegou à ONG por meio do irmão e hoje é líder voluntária.