Menino tem paralisia cerebral ao ficar sem oxigênio durante parto e hospital indeniza família

O menino, atualmente com 11 anos, tem dificuldades de aprendizagem e fala e é dependente de cadeira de rodas para se locomover

Resumo da Notícia

  • Em Dudley, na Inglaterra, o hospital Russells Hall, foi condenado pela Justiça e terá que indenizar a família
  • O bebê que teve paralisia cerebral por ter sido deixado sem oxigênio ao nascer
  • O menino, atualmente com 11 anos, tem dificuldades de aprendizagem e fala e é dependente de cadeira de rodas para se locomove

Em Dudley, na Inglaterra, o hospital Russells Hall, foi condenado pela Justiça e terá que indenizar a família de um bebê que teve paralisia cerebral por ter sido deixado sem oxigênio ao nascer. O menino, atualmente com 11 anos, tem dificuldades de aprendizagem e fala e é dependente de cadeira de rodas para se locomover.

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(Foto: Reprodução / Daily Mail)

A equipe do Hospital Russells Hall em Dudley, West Midlands, desligou uma máquina de monitoramento de frequência cardíaca por 100 minutos enquanto Lotti Ellis deu à luz Josiah. O menino, então, nasceu sem pulso e precisou sem reanimado.

Segundo o Daily Mail, o caso ocorreu em janeiro de 2009. “O que deveria ter sido o momento mais feliz de nossas vidas foi horrível. O parto foi realmente angustiante. Assim que Josias foi entregue, ele foi levado para ser ressuscitado. No início, Marc e eu estávamos completamente no escuro”, diz a mãe Lotti Ellis.

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“Ver Josias depois na unidade de cuidados especiais para bebês enquanto ele dizia que ele ainda poderia morrer foi de partir o coração. Durante minha gravidez, Marc e eu imaginamos tantas vezes como seria encontrar Josias pela primeira vez. O que esperávamos não era nada parecido com a realidade”, desabafa a mãe, ao relembrar o ocorrido.

Após uma série de testes, Josiah foi diagnosticado com paralisia cerebral aos 18 meses de idade. “Ir para casa sem ele foi realmente difícil. Ficamos muito aliviados quando ele finalmente pôde voltar para casa, mas sabíamos que ele não estava se desenvolvendo bem”, lembra.

(Foto: Reprodução / Daily Mail)

Os advogados que atuam em defesa dos pais, Marc, 52 anos, e Lotti, de 44, agora garantiram um acordo com o hospital, que admitiu sua responsabilidade no episódio. O pagamento irá financiar o suporte especializado, cuidados e terapias que Josiah, que necessita de cadeira de rodas.

A mãe, que agora mora com a família em Surrey, acrescentou que a vida agora é ‘dedicada a ajudar Josiah’, que tem um ‘sorriso contagiante’. “Aceitar o que o futuro reserva para Josias tem sido difícil, mas nos sentimos muito abençoados por ele ser nosso filho. É quase como se ele tivesse recebido uma segunda chance de vida de Deus, enquanto temos a chance de amá-lo e abraçá-lo por um tempo”, disse ela.

E completou: “Embora enfrente muitos desafios, estamos muito orgulhosos da determinação que ele mostra não ser definido pela condição. Ele é um menino adorável com um sorriso contagiante que gosta de coisas que todas as crianças fazem, como brincar com os amigos e cantar. Somos apenas uma família normal que sai nos dias de folga e vai ao parque”, finalizou.

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