Motorista de van escolar é preso após suspeita de estuprar menina de 3 anos

Conforme apuração da Polícia Civil, o crime aconteceu uma vez enquanto a criança era levada da escola à casa

Resumo da Notícia

  • Um motorista de van escolar foi preso após ser suspeito de estuprar criança de 3 anos
  • Conforme apuração da Polícia Civil, o crime aconteceu uma vez enquanto a criança era levada da escola à casa
  • Evidências mostram que, de fato, a criança pode ter sido vítima de um estupro, como alterações no hímen da criança

Conforme apuração jornalística, um motorista de uma van que levava estudantes, foi preso após se enquadrar como suspeito de estuprar uma criança de apenas 3 anos durante um dos trajetos, em Anápolis, a 55 mil de Goiânia. De acordo com a Polícia Civil, a mãe da criança chegou a confrontar o homem e ele a ameaçou de morte.

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A Kênia Duarte Segantini, delegada responsável pelo caso, informou que o suspeito foi preso e o veículo que ele usava para transportar as crianças foi apreendido na última terça-feira, 5 de julho. Segundo a profissional, quando o homem foi interrogado na delegacia, ele “negou veemente” ter cometido o abuso sexual contra a menina e afirmou que levava cerca de 15 passageiros no veículo.

Ainda de acordo com o jornal, a Polícia Civil apurou e informou que o crime aconteceu uma vez enquanto a criança era levada da escola à casa. As investigações, no entanto, não precisaram a data, mas a suspeita é que o estupro foi cometido por volta de 23 de junho.

Motorista escolar é preso
Motorista de van escolar é preso após suspeita de estuprar menina de 3 anos (Foto: Reprodução / Polícia Civil)

No registro da Polícia Civil, a mãe contou que a filha mudou o comportamento de costume, sendo assim, optou em levá-la para realizar um acompanhamento psicológico. O atendimento em questão ajudou a criança a contar o que aconteceu.

A delegada contou que a vítima tinha pavor do investigado e que os exames médicos mostraram evidências de que, de fato, a criança pode ter sido vítima de um estupro, como alterações no hímen da criança.

Por fim, os registro da Polícia Civil, apontaram que os indícios físicos foram reforçados pelo exame de corpo de delito e pela escuta especializada da criança feita na delegacia.