Muito fofo! Avô dá um jeito e mantém brincadeira bem diferente com neto mesmo durante isolamento social

Todos os dias, o avô grava vídeos em que apresenta uma nova história para o neto, esse gesto mantém o vínculo entre a família e garantido bons momentos

Resumo da Notícia

  • Antônio Cezar Martins  decidiu criar um teatro de fantoches para brincar com o neto
  • O avô grava todos os dias vídeos em que apresenta uma nova história para a criança
  • Esse gesto tem mantido o vínculo entre a família e garantido bons momentos
  • O avô e o neto moram separados apenas por uma escada e quando a saudade aperta vão até a escada para conversar de longe
Pedro, de 3 anos, assiste aos vídeos enviados pelo avô no celular, no ES — (Foto Reprodução/ TV Gazeta)

Aposentado, Antônio Cezar Martins,  decidiu criar um teatro de fantoches para brincar com o neto, Pedro, de 3 anos, durante a quarentena, em Vitória, no Espírito Santo.

-Publicidade-

A ideia, que surgiu por acaso, quando a esposa, Eleneci Araújo Martins, lembrou que tinha os bonecos guardados. “Na hora, veio a ideia de fazer essa brincadeira com o meu neto. Isso alegra o dia dele e o meu também”, disse Antônio para o G1.

Avô grava o vídeo com as histórias pelo celular, no ES — (Foto: Reprodução- TV Gazeta)

Todos os dias, o avô grava vídeos em que apresenta um novo personagem e uma nova história para a criança. Esse gesto tem mantido o vínculo entre a família e garantido bons momentos. “Todos os dias eu falo as coisas boas, para não fazer muita bagunça, ser carinhoso com a irmãzinha, com o cachorrinho, com os amiguinhos…. Ele é meu melhor amigo! Meu amigão mesmo, amigo de fé e camarada, gente boa, é meu Pedro!”, comenta o avô com carinho.

-Publicidade-
Família recebeu com supresa vídeos enviados pelo avô, no ES — (Foto: Reprodução- TV Gazeta)

O avô e o neto moram separados apenas por uma escada, mas desde que as medidas de isolamento social começaram para evitar transmissão do novo coronavírus, a família decidiu manter a criança separada dos avós, que fazem parte do grupo de risco da doença. “A rotina do Pedro era acordar e já descer para brincar na casa dos avós. A gente teve que cortar esse vínculo para preservar a saúde deles, até por serem do grupo de risco”, contou Mayara Araújo Martins, advogada e  mãe das crianças.

Mesmo estando ‘perto’, os avós relatam que sentem falta da convivência diária com os netos. Além de Pedro, eles sentem falta de Alice, a irmã do menino, de 4 meses. “Antes dessa doença, eu era muito agarrado com os meus netos”, contou o avô.

Pedro e o avô se comunicam pela escada durante isolamento — (Foto: Reprodução – TV Gazeta)

Em momentos que o contato virtual não é suficiente para matar a saudade, os avós vão até a escada para conversar com neto, eles ficam na parte de baixo da escada e Pedro responde do alto. “Eu quero colo, vô”, pede Pedro do alto da escada. Diante do pedido do neto, Antônio diz que fica de coração partido. “Dá vontade de subir, pegar, abraçar…”, lamentou o avô.

Agora, você pode receber notícias da Pais&Filhos direto no seu WhatsApp. Para fazer parte do nosso canal CLIQUE AQUI!

-Publicidade-